Imagens de câmeras de segurança de uma pré-escola em Chhatrapati Sambhajinagar, no estado de Maharashtra, na Índia, mostraram uma criança de 1 ano e 11 meses sendo agredida por outra criança dentro da sala de aula durante cerca de 10 minutos. O caso ganhou grande repercussão após o vídeo circular nas redes sociais e levantar questionamentos sobre a supervisão no ambiente escolar.
O episódio ocorreu dentro da instituição FirstCry Intellitots e, segundo informações divulgadas pelas autoridades, não houve intervenção de funcionários durante o período em que a agressão aconteceu. O registro mostra o momento em que a professora deixa a sala e as crianças permanecem sozinhas.
As palavras agressão, negligência e omissão marcaram o caso. Nas imagens, duas crianças aparecem chorando após a saída da professora, enquanto uma terceira inicia as agressões contra o menino. A situação se prolonga por minutos sem interrupção imediata de adultos.
Sala fica sem supervisão no momento da agressão
Segundo o registro das câmeras, a professora se ausenta da sala, deixando três crianças sozinhas. Pouco depois, a agressão começa e segue por um período prolongado, enquanto nenhuma intervenção é feita no momento.
Durante a gravação, uma das crianças ainda tenta reagir ao que acontece, mas sem conseguir interromper a sequência de agressões.
Vídeo mostra sequência de violência entre crianças
As imagens mostram a vítima sendo atingida e também sofrendo mordidas e outros ferimentos ao longo do episódio. A criança agressora aparece por diversos momentos olhando em direção à porta, como se aguardasse o retorno de um adulto.
Uma segunda criança permanece no ambiente e presencia a cena, tentando intervir sem sucesso.
Caso gera investigação e acusações de negligência
Após a repercussão do vídeo, a polícia local registrou ocorrência contra seis pessoas, incluindo o CEO da instituição, por suspeita de negligência.
Até o momento, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde da criança nem sobre as medidas adotadas pelas autoridades após o caso.



