Na noite desta segunda-feira (14), uma van da Secretaria de Saúde de Timóteo colidiu com um ônibus da Viação Gontijo na BR-381, em Nova Era, região Central de Minas Gerais. Como resultado, duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas. O acidente, portanto, levanta novos questionamentos sobre as condições do transporte de pacientes e a segurança da rodovia.
Batida entre van com pacientes e ônibus com 45 passageiros na BR-381 deixa mortos e feridos pic.twitter.com/dE3tAJfKoX
— O Matogrossense (@o_matogrossense) July 15, 2025
Van retornava de consultas médicas quando colidiu com o ônibus
A van transportava cinco pacientes, um acompanhante e o motorista, todos em retorno de consultas médicas em Belo Horizonte. Durante o trajeto, no entanto, o veículo colidiu frontalmente com o ônibus que seguia com cerca de 45 passageiros. O motorista da van, Ari Lúcio, chegou a ser levado ao Hospital Margarida, em João Monlevade, mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos. A paciente Edina Aparecida morreu no local, antes mesmo de receber socorro.
Prefeitura age rapidamente para apoiar vítimas e famílias
Logo após o acidente, a Prefeitura de Timóteo deslocou uma equipe até João Monlevade com o objetivo de prestar apoio às vítimas e seus familiares. Segundo informações oficiais, a lista de passageiros da van já havia sido enviada previamente à Secretaria de Saúde, o que facilitou a identificação das pessoas envolvidas. Além disso, os feridos foram encaminhados para unidades de saúde em Nova Era e João Monlevade, onde permanecem sob cuidados médicos.
Infraestrutura precária da BR-381 pode ter contribuído para o acidente
Embora as causas exatas ainda estejam sob investigação, há indícios de que a precariedade da BR-381 tenha influenciado diretamente na tragédia. A rodovia, frequentemente chamada de “Rodovia da Morte”, registrou mais de 250 acidentes com vítimas em 2023, conforme dados do DNIT. Ainda que obras de duplicação estejam previstas há anos, o projeto continua incompleto, o que reforça a vulnerabilidade dos motoristas que dependem da estrada diariamente.
Perguntas frequentes
A responsabilidade é compartilhada entre gestores públicos e empresas contratadas, que precisam garantir veículos seguros.
A duplicação sofre constantes atrasos por entraves burocráticos e falta de priorização política.
Investimentos em infraestrutura, fiscalização contínua e capacitação de motoristas podem diminuir o número de tragédias.


