Na última quinta-feira (10/7), a Polícia de Nova York flagrou quatro adolescentes praticavando uma atividade extremamente perigosa: o chamado “surfe no metrô”. As imagens mostram os jovens em cima de vagões em movimento, desafiando a morte enquanto se equilibravam sobre os trens em alta velocidade.
Imagens registradas pelos drones da polícia; veja vídeo:
Drones registram manobra arriscada em plena cidade
As imagens mostram os jovens em cima de vagões em movimento, desafiando a morte enquanto se equilibravam sobre os trens em alta velocidade. A prática tem crescido entre adolescentes influenciados por vídeos nas redes sociais e representa um risco extremo à vida. Assim que identificaram a ação, os policiais interromperam o trajeto do metrô e apreenderam os jovens. Felizmente, nenhum deles se feriu.
Polícia intensifica operações contra prática perigosa
De acordo com a Polícia de Nova York, a operação para coibir o “surfe no metrô” teve início em novembro de 2023, após o aumento expressivo de casos similares. Desde então, cerca de 200 pessoas foram interceptadas e impedidas de continuar com a prática. O uso de drones se tornou fundamental na identificação rápida de situações como essa, permitindo a intervenção antes que acidentes aconteçam.
Autoridades reforçam que os envolvidos estão sujeitos a sanções legais, incluindo detenção e registro de infração juvenil. Além disso, alertam que a exposição a riscos extremos como esse pode causar traumas graves ou até mesmo morte.
Redes sociais incentivam comportamento
Especialistas apontam que vídeos virais nas redes sociais contribuem para a disseminação de desafios extremos entre adolescentes. O “surfe no metrô” ganhou popularidade principalmente no TikTok e no Instagram, onde usuários compartilham gravações de manobras sobre trens em movimento, muitas vezes sem qualquer noção do perigo real envolvido.
Perguntas frequentes:
A prática ilegal de subir e se equilibrar em cima de vagões em movimento.
Os policiais de Nova York já interromperam cerca de 200 casos desde novembro.
Por causa da influência de vídeos virais nas redes sociais.



