Astronautas da missão Artemis II iniciaram um processo de reabilitação após passarem 10 dias no espaço. Ao retornarem à Terra, os quatro tripulantes apresentaram dificuldades motoras e de equilíbrio, causadas pelos efeitos da microgravidade no organismo.
Corpo sente os efeitos da microgravidade
Durante o período fora da Terra, os astronautas viveram em um ambiente sem gravidade, o que, por sua vez, impacta diretamente o funcionamento do corpo humano. Ao voltar, portanto, o organismo precisa se readaptar às condições normais, especialmente no que diz respeito ao equilíbrio e à coordenação. Por isso, inclusive, os profissionais relataram desorientação e dificuldades em tarefas simples logo após o retorno.
Reaprendendo movimentos básicos
Além disso, vídeos divulgados pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) mostram parte desse processo. Em uma das gravações, por exemplo, a astronauta Christina Koch reaprende a realizar ações básicas, como caminhar em linha reta. Essas atividades, nesse sentido, fazem parte de sessões específicas que estimulam o cérebro a recuperar a capacidade de controlar o corpo com estabilidade.
Recuperação exige acompanhamento
Atualmente, os astronautas seguem um programa de reabilitação que busca restabelecer funções motoras afetadas pela estadia no espaço. Dessa forma, o objetivo é permitir que o organismo volte a responder de forma adequada à gravidade terrestre. Além disso, esse tipo de acompanhamento é essencial após missões espaciais, principalmente quando há permanência prolongada fora da Terra.
Expectativa é de recuperação completa
Apesar das dificuldades iniciais, os resultados apresentados até agora são positivos. Assim, a evolução indica que o processo de adaptação está ocorrendo conforme o esperado. Por fim, a previsão é de que, nos próximos meses, os astronautas estejam totalmente recuperados dos efeitos causados pela viagem espacial.
Perguntas e respostas:
Porque a microgravidade afeta o equilíbrio e a coordenação do corpo.
Provoca desorientação e dificuldade em movimentos básicos.
A recuperação pode levar alguns meses, segundo a Nasa.



