O cantor Oruam usou as redes sociais para se manifestar contra a sequência de assaltos que terminou com a morte de motoboys no Rio de Janeiro. Em apenas uma semana, três trabalhadores morreram durante roubos de motocicletas, o que provocou forte repercussão.
Em vídeos publicados, o artista falou diretamente com os autores dos crimes e afirmou que eles estão tirando a vida de pessoas que apenas tentam garantir o sustento da família. Oruam disse que ninguém pode justificar assassinatos por causa de uma moto.
Cantor afirma que não compactua com violência
Durante o desabafo, Oruam deixou claro que não apoia nenhum tipo de crime contra trabalhadores. Ele destacou que matar inocentes prejudica famílias e destrói vidas, além de reforçar preconceitos contra moradores de comunidades.
O artista também afirmou que os criminosos acabam manchando a imagem de pessoas que vivem honestamente nas favelas e lutam diariamente para sobreviver.
Casos recentes aumentam medo entre entregadores
As mortes recentes aumentaram o sentimento de insegurança entre motoboys e entregadores, que continuam expostos à violência enquanto trabalham nas ruas da capital fluminense. A categoria cobra mais ações de segurança e proteção.
Oruam reforçou que a maioria dos moradores das comunidades não apoia a criminalidade e que os responsáveis pelos ataques precisam ser responsabilizados.
Repercussão mobiliza seguidores e artistas
As declarações do cantor geraram apoio de internautas e de outros artistas, que também se solidarizaram com as famílias das vítimas. Muitos elogiaram a postura de Oruam por usar sua visibilidade para defender trabalhadores.
Enquanto isso, a polícia segue investigando os casos e busca identificar os responsáveis pelos crimes que chocaram a cidade.
❓ Perguntas e respostas
O que motivou o desabafo do Oruam?
A morte de três motoboys durante assaltos em um curto período no Rio de Janeiro.
Quem está sendo alvo dos ataques?
Trabalhadores que utilizam moto para trabalhar, principalmente entregadores.
O cantor apoiou algum tipo de violência?
Não. Ele condenou os crimes e disse que não compactua com ataques a pessoas inocentes.





