Um suspeito foi preso nesta terça-feira (28).
O crime aconteceu em 2021 e causou comoção.
Uma criança morreu após colisão durante fuga.
Um dos envolvidos em um assalto que terminou com a morte de uma criança foi preso por policiais civis do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A captura foi realizada nesta terça-feira (28), após o suspeito permanecer foragido por anos.
O crime foi registrado no dia 8 de fevereiro de 2021, quando um comércio foi alvo de roubo. Após a ação, um veículo foi levado pelos criminosos para facilitar a fuga.
Durante a tentativa de escapar, o carro passou a ser conduzido em alta velocidade, colocando outras pessoas em risco.
fuga terminou em colisão devastadora
Durante o trajeto, o veículo ocupado pelos suspeitos invadiu a contramão e colidiu frontalmente com outro carro. No automóvel atingido, estava uma criança.
O impacto foi considerado violento, e a vítima não resistiu aos ferimentos, tendo o óbito confirmado no local.
Outras pessoas que estavam no veículo atingido ficaram gravemente feridas.
trabalho de investigação levou à identificação
A identificação dos autores foi realizada por meio de um trabalho de inteligência policial. Imagens de câmeras de segurança foram analisadas, e testemunhas foram ouvidas.
As informações coletadas permitiram o avanço das investigações e a identificação dos envolvidos no crime.
O suspeito permaneceu foragido até ser localizado e preso.
prova pericial confirmou envolvimento
A participação do preso foi confirmada por meio de exame pericial. O DNA do suspeito apresentou compatibilidade com vestígios encontrados no veículo utilizado na fuga.
Com base nas provas reunidas, a Justiça determinou a prisão preventiva dos envolvidos.
Um dos suspeitos ainda não foi localizado e segue sendo procurado pelas forças de segurança.
Perguntas e respostas
O que levou à morte da criança?
Uma colisão frontal durante a fuga dos criminosos.
Como o suspeito foi localizado?
Por meio de investigação com imagens, testemunhas e exame de DNA.
O outro envolvido já foi preso?
Não. Ele continua foragido.




