Amarelinha nos buracos: vereador de Tabaporã protesta de forma inusitada e cobra ação da prefeitura; Veja vídeo

Vídeo

Um protesto pouco convencional surpreendeu os moradores de Tabaporã, em Mato Grosso. Um vereador local decidiu utilizar os buracos das ruas como tabuleiro de amarelinha, chamando atenção para o estado precário da malha viária da cidade. A cena foi registrada em vídeo e rapidamente viralizou nas redes sociais.

Quando o protesto vira entretenimento político

A brincadeira, aparentemente infantil, foi carregada de crítica política. O vereador quis mostrar que, em vez de soluções concretas, a população precisa conviver com buracos tão numerosos que já viraram parte da paisagem urbana. O gesto fez rir, mas também escancarou a frustração popular com o poder público. A ação, ainda que simples, revelou um problema crônico: a negligência das autoridades. As ruas esburacadas simbolizam o descaso com o bem-estar coletivo. A população, cansada de promessas vazias, vê naquela brincadeira um retrato fiel de sua realidade.

O vídeo, publicado nas redes, gerou milhares de visualizações em poucas horas. Internautas se dividiram: alguns elogiaram a criatividade e o senso de humor do parlamentar; outros enxergaram oportunismo e falta de foco em medidas práticas. O buraco, literal e simbólico, virou tema de memes, charges e discussões locais.

Buracos que afetam economia e mobilidade

Mais do que estética urbana, os buracos representam riscos reais. Comércios reclamam da queda no movimento em ruas mais danificadas. Motociclistas relatam acidentes frequentes. E, para motoristas, o conserto de veículos danificados virou despesa rotineira. A prefeitura, até o momento, não emitiu nota oficial sobre a cobrança pública.

Perguntas e respostas:

O protesto surtiu efeito imediato?

Até agora, a prefeitura não se pronunciou nem iniciou reparos.

O vídeo teve grande repercussão?

Sim, viralizou nas redes sociais e gerou discussões acaloradas.

O vereador propôs alguma solução além do protesto?

Ele prometeu levar a questão para discussão na próxima sessão da Câmara.

Fabíola Maria Costa Silva

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