Prefeito Abílio propõe reorganização dos ambulantes no Centro: “É quase impossível de andar”; Veja vídeo

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O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, defendeu nesta segunda-feira (6) a necessidade de remanejar os ambulantes que atualmente ocupam as calçadas do Centro Histórico da capital. A proposta surgiu após uma sequência de publicações do gestor nas redes sociais, onde ele questionou a população sobre possíveis soluções para o problema.

Impacto no comércio formal e no trânsito de pedestres

Segundo Brunini, lojistas da região da rua 13 de Junho têm relatado prejuízos e dificuldades em atrair clientes, devido à ocupação das calçadas. Ele destaca que o comércio regular paga impostos, aluguel e mantém funcionários, enquanto os ambulantes ocupam espaços sem regulamentação. Além disso, há relatos frequentes de que é difícil circular a pé pela área central em horários de pico.

Consulta pública como estratégia de decisão

A gestão municipal abriu um canal de consulta pública nas redes sociais para ouvir a população. O prefeito reforçou que a opinião dos cuiabanos será considerada na decisão sobre o destino dos ambulantes. A ideia, segundo ele, não é proibir a atividade, mas sim garantir uma organização que beneficie tanto os trabalhadores informais quanto os comerciantes estabelecidos.

Remanejamento e urbanismo como solução

Brunini indicou que o plano envolve a criação de espaços alternativos, como feiras ou centros comerciais populares, onde os ambulantes possam atuar de forma regularizada. Essa proposta já foi adotada em outras capitais brasileiras como forma de revitalizar áreas centrais e diminuir conflitos entre trabalhadores informais e empresários.

Perguntas e respostas

O que motivou a fala do prefeito sobre os ambulantes?

Relatos de comerciantes e dificuldades de mobilidade no Centro Histórico.

O prefeito é contra a atividade dos ambulantes?

Não. Ele defende o remanejamento para garantir organização urbana.

Há proposta concreta para os ambulantes?

Sim. A criação de espaços alternativos para atuação regularizada.

Fabíola Maria Costa Silva

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