Advogado contesta versão de estudante agredido em Cuiabá; veja vídeo

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A defesa de Douglas Lackman, de 24 anos, ex-servidor da Câmara Municipal de Cuiabá, divulgou uma nota de esclarecimento após a repercussão da denúncia de agressão e ameaça contra um jovem de 22 anos. O advogado Rodrigo Pouso Miranda contestou a versão que circula nas redes sociais e afirmou que reunirá provas para apresentar às autoridades policiais.

Segundo o advogado, a defesa já se colocou formalmente à disposição da polícia e aguarda uma intimação para prestar esclarecimentos. Além disso, ressaltou a importância do devido processo legal e da presunção de inocência.

Defesa contesta versão divulgada sobre agressão

Na nota, Rodrigo Pouso Miranda afirmou que os relatos divulgados não correspondem à realidade dos acontecimentos. Entretanto, o advogado não apresentou detalhes sobre a versão de Douglas nem especificou quais provas pretende encaminhar à polícia.

A defesa também reconheceu o sofrimento envolvido no episódio, mas destacou que as autoridades competentes devem esclarecer os fatos, sem julgamentos antecipados nas redes sociais.

Jovem denunciou invasão de apartamento e ameaças

O caso aconteceu na quinta-feira (5), em um condomínio no bairro Poção, em Cuiabá. Segundo o boletim de ocorrência, Douglas teria entrado no apartamento da ex-companheira e agredido o atual namorado dela enquanto ele dormia.

A vítima relatou que o suspeito teria utilizado o sistema de reconhecimento facial para acessar o condomínio. Além disso, denunciou ameaças e afirmou que Douglas não aceitava o fim do relacionamento anterior.

A mãe do jovem publicou um vídeo mostrando os ferimentos no rosto do filho e cobrou esclarecimentos sobre o episódio.

Câmara exonerou servidor após tomar conhecimento da denúncia

Na sexta-feira (6), a Câmara Municipal de Cuiabá determinou a exoneração de Douglas, que ocupava o cargo comissionado de chefe do Núcleo de Registro.

Em nota oficial, o Legislativo informou que o episódio ocorreu fora do ambiente de trabalho e declarou que não compactua com qualquer forma de violência.

Rodrigo Pouso Miranda reafirmou o compromisso da defesa com a apuração dos fatos e com as garantias constitucionais. A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias da ocorrência e analisar os elementos apresentados pelas partes.

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