Abandono à vista? Rumores indicam saída de Aron Dresch da disputa pela FMF e cenário pode virar de cabeça para baixo

Perrengue Mato Grosso

A eleição para a presidência da Federação Matogrossense de Futebol (FMF) pode tomar um rumo inesperado. Informações de bastidores sugerem que Aron Dresch, ex-presidente da entidade e até então nome forte na corrida eleitoral, estaria prestes a desistir da candidatura. Apesar da ausência de confirmação oficial, a notícia agitou os bastidores da política esportiva em Mato Grosso.

Crise interna e intervenção judicial acendem alerta

O mandato de Aron terminou em 2025 sob desconfiança. Após denúncias de irregularidades administrativas, a Justiça determinou intervenção na FMF e nomeou Luciano Hocsman para conduzir o processo eleitoral. A medida teve como objetivo garantir transparência e lisura, após críticas quanto à condução da última gestão. Desde então, a eleição ficou meses paralisada e só recentemente voltou ao calendário com novas articulações.

Novos nomes ganham força na disputa

Com o possível recuo de Aron, a disputa caminha para um novo cenário polarizado. Dorileo Leal, atual presidente da SAF do Novo Mixto, já havia oficializado sua candidatura e mantém apoio de dirigentes que defendem uma modernização na gestão da federação. Por outro lado, o advogado Pécora, nome mais recente na corrida, conta com respaldo da CBF e de dirigentes que até então eram ligados a Aron.

Clubes buscam alternativa, mas enfrentam impasse

Nos bastidores, parte dos clubes aliados ao ex-presidente tenta emplacar um novo nome para manter influência no comando da FMF. Até o momento, nenhuma composição de chapa alternativa foi consolidada, aumentando a possibilidade de uma disputa direta entre Dorileo e Pécora. A indefinição também levanta dúvidas sobre a força real do grupo que dominou a federação nos últimos anos.

Perguntas e respostas:

Se Aron desistir, quem herdará sua base de apoio?

Ainda não há substituto claro, o grupo segue dividido.

A intervenção da Justiça muda o perfil da próxima gestão?

Sim, tende a favorecer nomes com perfil mais técnico e institucional.

A CBF pode influenciar diretamente no resultado final?

Pode, especialmente com apoio público a candidatos como Pécora.

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