A prisão temporária do suplente de vereador Mário Jorge Soares Gentil, conhecido como Mário Gentil, trouxe novos desdobramentos para a investigação do assassinato do vereador Silmar Braga. O crime aconteceu em 20 de janeiro deste ano, no bairro Nova Marília, em Magé, na Baixada Fluminense. A Polícia Civil apurou que Gentil, filiado ao partido Solidariedade, passou a ser apontado como suspeito de envolvimento no caso.
Prisão ocorreu em outro município da Baixada Fluminense
Policiais civis cumpriram o mandado de prisão nesta segunda-feira, na cidade de Duque de Caxias, onde Mário Gentil estava morando. Um vídeo mostra o momento da abordagem policial. O suplente aparece mancando, com a cabeça baixa, e entra na viatura sem apresentar resistência. Após a detenção, ele foi conduzido para os procedimentos legais previstos em lei.
Investigação segue focada em provas técnicas
De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam em andamento. Os agentes trabalham na conclusão de provas técnicas e na análise de outros elementos que possam esclarecer a dinâmica do crime. A apuração busca identificar a motivação do assassinato e verificar a participação de possíveis outros envolvidos. Até o momento, a polícia não divulgou detalhes sobre a linha principal da investigação.
Caso mobiliza autoridades e moradores de Magé
A morte de Silmar Braga causou forte impacto político e social em Magé. O vereador era conhecido na região e o crime gerou cobranças por respostas rápidas. Com a prisão do suplente, a expectativa é que o inquérito avance para uma fase decisiva. A Polícia Civil reforça a importância da colaboração popular para o esclarecimento do caso.
A Polícia Civil apurou e passou a apontar Gentil, filiado ao partido Solidariedade, como suspeito de envolvimento no caso.
Perguntas e respostas
O suplente de vereador Mário Gentil.
No bairro Nova Marília, em Magé.
Não, a apuração segue em andamento.




