A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta quarta-feira, 31 de dezembro, uma mulher natural de Minas Gerais após uma tentativa de golpe em um supermercado de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A suspeita tentou fraudar o sistema de autoatendimento ao registrar produtos caros como itens de baixo valor, mas uma funcionária percebeu a irregularidade e impediu o prejuízo.
Funcionária identifica fraude durante verificação visual
Durante a conferência das compras, a funcionária notou divergência entre os produtos exibidos no terminal e os itens colocados sobre o caixa. Segundo a Polícia Civil, a mulher entrou no supermercado com códigos de barras já recortados e prontos para uso. Ela colou as etiquetas adulteradas em mercadorias de alto valor para simular compras baratas no sistema eletrônico.
Produtos caros apareciam como refrigerantes
No caixa de autoatendimento, a suspeita registrou todos os itens como refrigerantes do tipo Coca-Cola, cada um no valor de R$ 1,99. Entre os produtos estavam um salmão avaliado em R$ 123,47, uma geleia importada de R$ 179 e uma massa especial do tipo konjac, no valor de R$ 29,99. Caso concluísse a ação, o prejuízo total chegaria a R$ 332,46. A prática indicou planejamento e conhecimento do funcionamento do sistema.
Polícia age rapidamente após tentativa de fuga
Ao ser abordada pela funcionária, a mulher abandonou os produtos no caixa e tentou sair do supermercado sem pagar. Policiais civis da 12ª DP de Copacabana, que passavam pela região no momento, atenderam ao chamado e abordaram a suspeita ainda na via pública. Durante a revista pessoal, os agentes encontraram outros códigos de barras recortados, idênticos aos utilizados na tentativa de fraude.
Os policiais conduziram a mulher à delegacia, onde a autoridade policial lavrou a prisão em flagrante pelo crime de furto mediante fraude. O caso reforça a importância da atenção dos funcionários e da fiscalização em sistemas de autoatendimento.
Perguntas e respostas
Onde ocorreu o crime?
Em um supermercado de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Como a fraude funcionava?
A suspeita usava códigos de barras adulterados para pagar menos.
Qual foi a acusação?
Furto mediante fraude, com prisão em flagrante.
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