A candidatura de Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas Gerais foi oficializada.
Uma declaração sobre possíveis adversários foi feita durante a convenção do partido.
O político afirmou que divergências acontecem por não aceitar “coisa errada”.
fala sobre adversários marcou evento político
A candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas Gerais foi confirmada neste domingo (26/7), durante convenção realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Durante uma coletiva à imprensa, foi declarado por Kalil que possíveis adversários na disputa não gostam dele porque ele não gosta de “coisa errada”. A afirmação foi feita ao comentar sobre desafetos e relações políticas durante o período eleitoral.
“Desafeto na vida é só saber se eu traí alguém, se faltei com a palavra com alguém, se roubei de alguém. Às vezes não gostam de mim por não gostar de coisa errada”, afirmou o político.
termo “panetone” voltou a ser citado
Durante a declaração, um suposto esquema de propina conhecido como “panetone” foi relembrado por Kalil. Segundo a fala apresentada, o caso teria envolvido pessoas da Câmara de Belo Horizonte e empresários do transporte público da capital mineira.
Na coletiva, foi afirmado pelo pedetista que ele não faria parte da chamada “turma do panetone”. O termo foi utilizado durante a fala em referência ao suposto esquema relacionado aos ônibus.
Uma denúncia apresentada em 2023 também foi mencionada. Na ocasião, o então presidente da Câmara de Belo Horizonte e pré-candidato ao governo de Minas, Gabriel Azevedo (MDB), acusou o ex-secretário de governo Marcelo Aro (PP) de pressioná-lo para não pautar um projeto devido a uma negociação com um empresário de ônibus da cidade.
apoio do partido foi reforçado durante convenção
A candidatura de Kalil foi oficializada em evento com participação dos presidentes nacional e estadual do PDT, Carlos Lupi e Mário Heringer.
Durante a convenção, foi reforçada a estratégia de campanha para que o Partido dos Trabalhadores (PT) não esteja no mesmo palanque durante o primeiro turno.
Segundo a avaliação apresentada por Heringer, a presença do PT junto a Kalil poderia trazer um sentimento de polarização diante da disputa com o grupo bolsonarista. A busca por independência foi apontada como caminho adotado pela campanha.



