Homem confessa ter matado colega e enterrado corpo em estacionamento de lava-jato em Cuiabá; veja vídeo

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Amarildo Nonato confessou o assassinato do colega de trabalho Mario Alexander Rojas Caballero, 45 anos, em um lava-jato no bairro Baú, em Cuiabá. A Polícia Civil prendeu o suspeito em flagrante após localizar o corpo da vítima enterrado em uma cova rasa nos fundos da empresa. O crime aconteceu no sábado (23).

Amarildo afirmou que matou Mario após sofrer ameaças. “Era eu ou ele. Ele me ameaçou de morte e eu matei”, declarou ao deixar a delegacia nesta terça-feira (26). O suspeito também confirmou que utilizou uma faca e um pedaço de lenha para atacar a vítima.

Segundo o depoimento, os dois mantinham desentendimentos frequentes no ambiente de trabalho. Amarildo alegou que Mario não seguia orientações de serviço e desrespeitava sua autoridade dentro da empresa.

Dono do lava-jato encontrou corpo enterrado sob entulhos

O proprietário do lava-jato encontrou o corpo após perceber parte de um pé para fora da terra em meio aos entulhos. Ele acionou imediatamente a polícia. Equipes da Polícia Civil e da Politec chegaram ao local e iniciaram os procedimentos periciais.

Os peritos identificaram sinais de esfaqueamento e agressões contundentes no corpo da vítima. Em seguida, a equipe encaminhou o cadáver ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia.

Amarildo compareceu normalmente ao trabalho após o crime, mas apresentava lesões no rosto. A situação levantou suspeitas entre colegas e investigadores. Durante a abordagem policial, ele confessou o homicídio.

Polícia investiga motivação e possível ocultação de cadáver

A Polícia Civil investiga a motivação do assassinato e apura se Amarildo planejou ocultar o corpo para dificultar as investigações. O enterro clandestino pode agravar a situação criminal do suspeito.

O Código Penal Brasileiro prevê pena de 12 a 30 anos para homicídio qualificado. A Justiça também pode enquadrar o suspeito por ocultação de cadáver, crime com pena de um a três anos de prisão.

Os investigadores ainda analisam a alegação de ameaça feita pelo suspeito. A polícia deve ouvir testemunhas e reunir novos elementos para concluir o inquérito.

Mhylenna

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