MERCADOS OPERAM SEM DIREÇÃO ÚNICA E EUROPA AMANHECE SOB PRESSÃO

Bolsas globais iniciaram o dia em clima misto.
Europa registrou perdas generalizadas nas primeiras horas.
Criptomoedas e commodities também oscilaram.

Um cenário de oscilação, cautela e pressão marcou os principais indicadores do mercado financeiro nas primeiras horas desta sexta-feira.

Os contratos futuros das bolsas dos Estados Unidos apresentaram desempenho positivo, enquanto mercados da Europa e parte da Ásia operaram em queda.

Bolsas americanas indicam reação positiva

Nos Estados Unidos, os índices futuros abriram em leve alta. O Futuro avançou 0,18%.

O Futuro registrou alta de 0,40%, enquanto o Futuro subiu 0,61%.

O movimento indicou tentativa de recuperação após sessões recentes marcadas por instabilidade e cautela entre investidores.

Europa amanhece no vermelho

Na Europa, o cenário foi diferente. O caiu 0,87%, pressionando os principais mercados do continente.

O recuou 0,90%. Já o apresentou baixa de 0,72%.

O também caiu 0,72%, enquanto o perdeu 0,20%.

As perdas reforçaram um ambiente de maior cautela nos mercados europeus.

Ásia fecha em clima de cautela

Na Ásia-Pacífico, o desempenho foi misto. O caiu 0,19%, enquanto o recuou 0,87%.

O apresentou uma das maiores perdas do bloco, com queda de 1,51%.

Já o ficou estável.

Petróleo e Bitcoin também oscilam

Entre as commodities, o petróleo apresentou comportamento dividido. O barril do petróleo WTI caiu 0,37%, sendo negociado a US$ 94,46.

Já o petróleo Brent avançou 0,22%, chegando a US$ 100,28 o barril.

O minério de ferro negociado em Dalian recuou 0,06%.

No mercado de criptomoedas, o registrou queda de 0,41%, sendo cotado a US$ 79.759,12.


Perguntas e respostas

O que são índices futuros?
São contratos que projetam a tendência das bolsas antes da abertura oficial.

Por que bolsas de diferentes países oscilam juntas?
Porque os mercados globais reagem a fatores econômicos internacionais.

A queda do petróleo impacta o Brasil?
Sim. O preço influencia combustíveis, inflação e ações do setor de energia.

Fabíola Maria Costa Silva

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