Servidores do SAMU realizam manifestação no centro de Cuiabá após desligamento de 56 profissionais; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal 1min 22s

Servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) protestaram na manhã deste sábado (28) na avenida Getúlio Vargas, no Centro da capital, contra a demissão de 56 profissionais anunciada pelo Governo de Mato Grosso. Trabalhadores realizaram buzinaço, apitaço e exibiram cartazes durante o ato.

A mobilização ganhou força após a confirmação das exonerações. Os servidores afirmam que a medida reduz equipes operacionais e compromete o atendimento de urgência. Eles defendem que a decisão impacta diretamente a população, principalmente em momentos de alta demanda.

A categoria também acionou deputados estaduais e vereadores ao longo da semana. Os profissionais pedem que Assembleia Legislativa (ALMT) e Câmara de Várzea Grande intermediem o diálogo com o governo para evitar prejuízos no serviço.

Redução de equipes pressiona sistema de emergência

O governo desligou 56 profissionais: 10 condutores, 22 enfermeiros e 24 técnicos de enfermagem. Todos atuavam na linha de frente do atendimento pré-hospitalar.

O SAMU mantém mais de 180 profissionais em Mato Grosso e distribui equipes em bases estratégicas. Mesmo assim, os trabalhadores relatam alta demanda, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande.

A redução de pessoal aumenta o tempo de resposta e sobrecarrega equipes ativas. Especialistas apontam que qualquer corte em serviços de emergência afeta diretamente a eficiência no atendimento e os resultados em saúde pública.

O Governo do Estado ainda não detalhou todos os critérios das exonerações. A gestão conduz ajustes administrativos e reorganiza contratos na área da saúde.

Por que profissionais do SAMU entram em greve ou protesto?

Geralmente por questões trabalhistas, como demissões, salários, condições de trabalho ou falta de pessoal.

A falta de profissionais pode afetar o tempo de atendimento do SAMU?

Sim. Menos equipes disponíveis podem aumentar o tempo de resposta em emergências.

O que fazer se o atendimento de urgência demorar?

O cidadão pode registrar reclamação na Ouvidoria do SUS (136) ou procurar órgãos como Ministério Público e Defensoria.

Mhylenna

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