Familiares denunciaram uma série de furtos e atos de vandalismo no Cemitério Campo da Esperança, localizado na Asa Sul, em Brasília. O caso mais recente ocorreu na última sexta-feira (13), na Quadra 801, Setor B, onde placas de identificação foram levadas e estruturas de mármore acabaram destruídas.
Segundo relatos, os crimes têm se tornado frequentes e atingem diferentes áreas do cemitério, aumentando a sensação de insegurança entre os visitantes. Para quem tem entes queridos sepultados no local, a situação vai além do prejuízo material e atinge diretamente o emocional das famílias.
Crimes causam prejuízo e dor às famílias
A servidora pública Magda Oliveira, de 56 anos, afirma que também foi vítima da ação criminosa. De acordo com ela, os furtos não são casos isolados e vêm acontecendo de forma recorrente.
Magda acredita que as placas estejam sendo levadas para revenda, já que são feitas de materiais metálicos com valor comercial, como bronze e alumínio. O prejuízo financeiro pode ser significativo: placas de bronze chegam a custar cerca de R$ 380, enquanto modelos mais simples giram em torno de R$ 190.
Além disso, a exigência de um padrão específico por parte da administração do cemitério impede que os familiares optem por materiais mais simples, o que, segundo eles, acaba tornando os túmulos alvos constantes de criminosos.
Outro problema relatado é a destruição das estruturas de mármore onde as placas ficam fixadas, o que aumenta ainda mais os custos de reposição e causa indignação.
Casos reforçam sensação de insegurança
Os furtos recentes se somam a outros episódios de vandalismo registrados no local. No dia 25 de fevereiro, várias lápides foram encontradas quebradas, o que reforçou a preocupação dos familiares com a falta de segurança.
Diante da situação, Magda registrou ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal. A corporação informou que o caso foi encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia, responsável pela investigação.
Enquanto aguardam providências, familiares cobram mais segurança e medidas eficazes para impedir a continuidade dos crimes.
Perguntas e respostas
No Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília.
Placas de identificação feitas de metal.
Sim, pela Polícia Civil do Distrito Federal.







