Maranhenses relatam trabalho análogo a escravidão e retornam para casa após denúncias graves; Veja vídeo

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Dezesseis trabalhadores de Timon integram o grupo de 50 maranhenses que retornaram ao Maranhão nesta sexta-feira (27), após denunciarem condições degradantes em uma empresa situada em Santa Catarina. Eles viajaram no dia 4 de fevereiro com a promessa de salários atrativos, moradia adequada e alimentação regular.

Ao chegarem ao destino, os trabalhadores afirmaram que encontraram uma realidade oposta à oferta apresentada. Segundo os relatos, a empresa submeteu o grupo a condições consideradas análogas à escravidão.

Foto/ Vídeo: Metropoles

Viagem marcada por promessas e frustração

O grupo deixou o Maranhão acompanhado de mais de 60 pessoas, motivado pela expectativa de melhorar a renda familiar. No entanto, os trabalhadores relataram que a empresa ofereceu alojamentos precários e estrutura insuficiente.

Eles também denunciaram falta de alimentação adequada e jornadas de trabalho exaustivas. A rotina intensa e as condições inadequadas aumentaram o desgaste físico e emocional.

Relatos de adoecimento e falta de assistência

Os trabalhadores informaram possível exposição a agrotóxicos durante as atividades. Diversos integrantes apresentaram sintomas de mal-estar e adoecimento.

Segundo os depoimentos, a empresa não garantiu atendimento médico. A ausência de suporte agravou a situação e gerou preocupação entre os familiares no Maranhão.

Informações apuradas apontam que a empresa já teria enfrentado denúncias semelhantes em 2022.

Denúncia impulsiona retorno e investigação

O caso ganhou repercussão depois que uma das vítimas conseguiu deixar o local e retornar a Timon. Ao relatar o que enfrentou, o trabalhador ajudou a tornar a situação pública.

Após a denúncia, o grupo retornou ao estado. As autoridades devem investigar o caso e apurar possíveis responsabilidades.

Perguntas e respostas

Quantos trabalhadores voltaram?

Cinquenta maranhenses retornaram ao estado.

Qual era a promessa inicial?

Emprego com bons salários e moradia adequada.

O que acontece agora?

As autoridades vão investigar as denúncias.

Karolina silva

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