Discussão por cadeiras de praia termina em violência
A Polícia Civil de Pernambuco quer ouvir os ambulantes envolvidos nas agressões contra um casal de turistas do Mato Grosso, registradas na tarde de sábado (27), em Porto de Galinhas, no litoral sul do estado. As vítimas relataram que sofreram os ataques após se recusarem a pagar um valor maior do que o combinado pelo uso de cadeiras de praia, o que transformou um momento de lazer em uma cena de violência.
Cobrança muda sem aviso e gera revolta
Segundo o casal, os ambulantes haviam combinado o valor de R$ 50 pelo uso das cadeiras. No entanto, sem qualquer aviso prévio, os trabalhadores passaram a exigir R$ 80. Diante da discordância, a discussão evoluiu rapidamente para agressões físicas. Testemunhas relataram que os turistas tentaram deixar o local, mas os ataques continuaram.
Imagens mostram agressões mesmo após socorro
Vídeos que circulam nas redes sociais registraram a confusão na faixa de areia. As imagens mostram salva-vidas socorrendo o casal na carroceria de um carro, mas, mesmo assim, os agressores seguiram com tapas e arremessos de areia. A cena gerou revolta e levantou questionamentos sobre a segurança de turistas em um dos destinos mais procurados do Nordeste.
Polícia investiga e busca responsabilização
A Polícia Civil informou que abriu investigação para apurar o caso e identificar todos os envolvidos. Os investigadores pretendem ouvir os ambulantes citados pelas vítimas e analisar as imagens para esclarecer a dinâmica das agressões. Até o momento, ninguém foi preso.
Entidades e prefeitura se manifestam
A Associação de Barraqueiros de Porto de Galinhas declarou que aguardará a conclusão das investigações para se posicionar oficialmente. Já a Prefeitura de Ipojuca informou que exigirá a atualização das informações de cardápio, preços e identificação das equipes que atuam na praia, como forma de evitar novos conflitos e garantir mais transparência aos turistas.
Perguntas e respostas:
O que motivou as agressões?
A cobrança maior do que o valor previamente combinado.
Quem investiga o caso?
A Polícia Civil de Pernambuco.
A prefeitura adotará medidas?
Sim. Exigirá atualização de preços e informações dos barraqueiros.






