“Foi com as mãos”: Homem de 53 anos confessa ter matado jovem em hotel de Sinop; veja vídeo

Reprodução: 11° Batalhão de Policia Militar
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Na tarde desta terça-feira (07), o corpo de Geovana Diogo da Silva, de 21 anos, apareceu com sinais de estrangulamento em um quarto de hotel em Sinop (MT). Polícia Militar prendeu o namorado da vítima pouco depois do crime, e em vídeo divulgado ele confessou que asfixiou Geovana usando apenas as mãos, sem armas. O caso segue como feminicídio sob investigação da Polícia Civil.

cena revelada pelos funcionários

Funcionários da limpeza do hotel encontraram o corpo no quarto e acionaram a PM. Os policiais constataram marcas compatíveis com estrangulamento ao fazer a vistoria inicial. O corpo apresentava sinais de violência e sangue visível no local. Em seguida, patrulhas iniciaram buscas pelo suspeito, identificado como Pedro Padilha de Oliveira, de 53 anos, que residia em área rural do município de Santa Carmem.

confissão e motivações expostas

Em vídeo divulgado pelo 11º Batalhão da PM, o acusado declara que estrangulou Geovana com as mãos durante uma discussão motivada por ciúmes e desconfiança de traição. Ele afirma: “Perdi a cabeça e peguei no pescoço dela até que ela desfalecesse. Foi com as mãos, eu não ando armado”. Posteriormente, ele relatou que saiu pela porta do hotel “tranquilamente” e foi para casa após o crime.

relacionamento breve e investigação em curso

Segundo depoimentos policiais, o casal mantinha relacionamento há cerca de um mês. A discussão entre eles teria escalado após desconfiança de infidelidade por parte de Pedro. A jovem faria 22 anos dois dias depois do crime, em 09 de outubro. As autoridades classificaram o homicídio como feminicídio — crime motivado pela condição de gênero — e já instauraram inquérito para apurar detalhes e responsabilidades.

Perguntas frequentes:

Ele usou arma no crime?

Não — ele confessou que estrangulou com as próprias mãos.

Quanto tempo os dois estavam juntos?

Cerca de um mês, segundo a polícia.

Qual é a tipificação legal do caso?

As autoridades tratam como feminicídio e investigam como crime qualificado.

Amanda Almeida

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