A 27ª rodada do Campeonato Brasileiro foi marcada por fortes críticas à arbitragem. O principal foco das discussões foi o clássico entre São Paulo e Palmeiras, disputado no domingo (5), no Morumbis, sob comando do árbitro Ramon Abatti Abel. O confronto, que terminou em vitória do Palmeiras, levantou questionamentos sobre critérios adotados pelo apito e a atuação do VAR.
Além disso, o empate entre Sport e Cruzeiro, no Mineirão, também gerou insatisfação, especialmente por parte do clube pernambucano, que alegou ter sido prejudicado por decisões do árbitro Jefferson Ferreira de Moraes. O tema dominou os programas esportivos desta segunda-feira (6), incluindo o Goleada, comandado por Alê Oliveira, que fez duras críticas aos erros da rodada.
O clássico no Morumbis e as reclamações tricolores
O jogo entre São Paulo e Palmeiras, que já prometia alta tensão por conta da rivalidade, teve seu brilho ofuscado pela atuação da arbitragem. Torcedores e comentaristas acusaram Ramon Abatti Abel de inconsistência nas marcações e de intervenções desnecessárias do VAR. O árbitro marcou o principal lance contestado, um pênalti a favor do Palmeiras após toque de mão na área, que dividiu as opiniões entre os especialistas. Muitos acreditam que ele poderia ter interpretado o lance de outra forma, já que consideraram o movimento do jogador são-paulino natural.
Nas redes sociais, torcedores do São Paulo reclamaram que a arbitragem “quebrou o ritmo do jogo” e “interferiu no resultado”. Já o lado palmeirense defendeu que o árbitro apenas aplicou o regulamento.
Sport também protesta no Mineirão
Enquanto o Morumbis fervia de polêmicas, o Mineirão foi palco de outra discussão. O Sport, que empatou em 1 a 1 com o Cruzeiro, reclamou de dois pênaltis não marcados e de uma falta duvidosa que originou o gol da equipe mineira. O técnico do clube pernambucano classificou a atuação do árbitro como “desastrosa” e pediu mais transparência na comunicação com o VAR.
Alê Oliveira critica critérios da arbitragem brasileira
Durante o programa “Goleada”, o comentarista Alê Oliveira analisou os erros mais graves e questionou o preparo psicológico dos árbitros. Segundo ele, “a arbitragem brasileira vive um momento de total insegurança, em que cada decisão parece ser influenciada pelo medo da crítica”.
Alê defendeu mais treinamento e padronização dos critérios, especialmente no uso da tecnologia. “O VAR deveria reduzir as polêmicas, mas parece estar aumentando a confusão”, completou o comentarista.
Com a reta final do Brasileirão se aproximando, os erros de arbitragem tendem a ter impacto direto nas posições da tabela. E, diante das recentes polêmicas, a pressão sobre a Comissão de Arbitragem da CBF aumenta a cada rodada.
Perguntas e respostas
A proposta era ajudar, mas a falta de critérios unificados tem gerado mais confusão.
Sim, em casos de falhas claras ou recorrentes, o afastamento é necessário.
Por falhas de comunicação, pressão externa e falta de padronização nas decisões.






