Na noite de sábado (04 de outubro), Antônio Francisco Cardoso Andrade, de 25 anos, morreu após ser esfaqueado em sua própria casa em Canarana (MT). O crime ocorreu por volta das 21h15, após desavença com um colega de trabalho por conta de comida. As autoridades agiram rápido para prender o suspeito e iniciar a investigação.
Equipes da Polícia Militar atenderam denúncia de esfaqueamento e, ao chegarem, encontraram a vítima caída de bruços, sem vida. A equipe da UPA confirmou o óbito. A Polícia Civil e a Perícia Oficial (Politec) isolou o local para recolher vestígios.
Discussão banal que virou crime mortal
Testemunhas contaram que Antônio, o suspeito e um terceiro colega — todos funcionários da empresa GMS Serviços Gerais — dividiam casa e haviam saído juntos para beber. Ao voltarem, um deles foi ao banheiro. Ao sair, encontrou os outros dois em luta corporal. A briga, segundo relatos, começou porque o suspeito acusou Antônio de consumir parte da comida sem deixá-la para ele. Em decorrência do conflito, o agressor usou uma faca velha da cozinha e atingiu a vítima diversas vezes.
Prisão e confissão imediata
Após o crime, o suspeito de 30 anos fugiu, mas a polícia o localizou escondido em uma rua próxima ao local. Ele confessou ter esfaqueado Antônio durante a briga por comida e alegou que agiu em legítima defesa, afirmando que a vítima teria investido contra ele com um canivete. As autoridades registraram o caso como homicídio doloso consumado.
Pistas que a perícia vai apurar
A Politec recolheu a arma utilizada, manteve isolamento no imóvel e avaliou marcas de sangue, localização das feridas e risco de confronto. A análise dos cortes e trajetória dos golpes pode indicar se a versão de legítima defesa é coerente. O corpo de Antônio foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia.
Este episódio destaca como conflitos aparentemente pequenos — como disputas por comida — podem escalar rapidamente para violência letal, especialmente em ambientes compartilhados e sob influência de álcool.
Perguntas frequentes:
Uma disputa por comida entre colegas de trabalho que moravam juntos levou à agressão fatal.
Sim — ele admitiu o esfaqueamento e alegou legítima defesa, afirmando que estaria sendo atacado com um canivete.
A perícia vai analisar a arma, os ferimentos e o local do crime, para confirmar ou refutar a versão apresentada.






