Suspeitos são presos pela PRF na BR-364 transportando 300 kg de pescado ilegal; veja vídeo

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 300 quilos de pescado ilegal e prendeu dois homens, no fim da tarde deste último domingo (14), durante uma fiscalização na BR-364, próximo ao pedágio de Jangada, a 80 quilômetros de Cuiabá.

Os policiais abordaram um veículo que trafegava sem a placa dianteira, o que chamou atenção. O que parecia uma infração de trânsito se revelou um grande crime ambiental.

Veículo adaptado para transportar pescado ilegal

Ao revistar o carro, os policiais encontraram diversas espécies de peixe armazenadas em sacos plásticos pretos, no espaço onde o banco traseiro havia sido retirado para aumentar a carga. O veículo transportava os peixes de Barra do Bugres com destino a Cuiabá.

A carga ilegal de pescado revelou uma rede clandestina de comércio de peixes entre o interior e a capital de Mato Grosso.

Um preso usava tornozeleira e estava foragido

Durante a abordagem, os policiais identificaram que um dos homens usava tornozeleira eletrônica. Ele possuía um mandado de prisão em aberto e um extenso histórico criminal. A polícia prendeu o outro suspeito e levou ambos para o Sistema de Segurança Integrado (Sisc), em Várzea Grande. Eles registraram os boletins de ocorrência.

A Polícia Técnica (Politec) realizou a perícia no pescado, confirmando a irregularidade. As autoridades aplicaram multas ambientais severas, conforme a legislação ambiental vigente. A carga foi apreendida e os presos ficaram à disposição da Justiça Estadual.

Perguntas frequentes

O que aconteceu com os dois homens presos na BR-364?

A polícia prendeu os dois homens por transportarem 300 kg de pescado ilegal em um veículo adaptado, sendo que um deles estava foragido da Justiça.

Como a PRF identificou o crime ambiental na BR-364?

A PRF abordou um veículo sem a placa dianteira e descobriu que ele transportava pescado ilegal em sacos, sem a devida documentação.

Qual é o risco do pescado ilegal para o meio ambiente?

O pescado ilegal compromete a biodiversidade, ameaça espécies nativas e pode representar um risco à saúde pública, devido à falta de controle sanitário.

Mhylenna

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