A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta quinta-feira (17/07), um homem apontado como líder de uma facção criminosa em Campos de Júlio. Os policiais cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na chácara do suspeito, localizada na zona rural do município. A operação, batizada de Rooster, revelou uma rede de tráfico de drogas e maus-tratos a animais.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) July 17, 2025
Policiais localizam 3 kg de skunk escondidos no mato
Durante as buscas, os agentes encontraram cerca de 3 kg de skunk – uma variedade mais potente da maconha – enterrados e escondidos em pontos estratégicos do matagal. A Polícia afirmou que o suspeito usava o terreno para dificultar a localização do entorpecente, tática comum entre membros de facções criminosas.
As investigações, iniciadas em 2022, apontam que o homem liderava o tráfico de drogas em Campos de Júlio. Ele armazenava a droga na chácara e coordenava a distribuição noturna para pontos de venda na cidade.
Polícia flagra rinha de galos com animais avaliados em até R$ 20 mil
Além das drogas, os policiais flagraram 22 galos mantidos em baias individuais, com uso de biqueiras, buchas de espora e outros equipamentos típicos de rinhas. O suspeito treinava os animais para venda e combates clandestinos. Um dos galos, segundo as investigações, valia até R$ 20 mil.
As autoridades destacaram que o flagrante caracteriza crime de maus-tratos a animais, conforme a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998). Os instrumentos encontrados demonstram um esquema profissional de exploração ilegal de rinhas.
Polícia lavra prisão em flagrante e amplia investigação
Após a prisão, os agentes conduziram o suspeito até a Delegacia de Polícia Civil de Campos de Júlio, onde lavraram o auto de prisão em flagrante e formalizaram todas as apreensões. A Polícia informou que vai aprofundar as investigações para identificar outros envolvidos na rede criminosa.
Perguntas frequentes
Skunk é uma variedade de maconha com alta concentração de THC, considerada mais potente que a maconha comum.
Sim. A prática é ilegal e configura crime de maus-tratos, segundo a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98).
Alguns exemplares podem custar até R$ 20 mil, dependendo da linhagem e treinamento.



