Na noite desta sexta-feira (10), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, visitaram o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) para avaliar a situação da unidade de saúde. Durante a visita, ambos apontaram problemas críticos na gestão anterior, liderada por Emanuel Pinheiro, como a principal causa da atual crise na saúde pública da capital.
Mauro Mendes e Abilio unem forças para resolver caos no HMC e retomar cirurgias; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 11, 2025
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Cirurgias ortopédicas paralisadas
As cirurgias ortopédicas no HMC estão paralisadas devido à falta de materiais básicos, como pinos, um problema que afeta diretamente mais de 100 pacientes. O prefeito Abilio destacou que a administração passada não realizou licitações adequadas, deixando a unidade sem preparo para lidar com demandas básicas. “A maioria das salas no HMC estão lotadas e pacientes esperando cirurgias simples de ortopedia, essas cirurgias são por falta de materiais que também não são tão caros,” afirmou Abilio.
Mauro Mendes, por sua vez, reforçou a gravidade da situação e prometeu agir rapidamente para reverter o cenário. “A gestão passada entregou para Abilio uma prefeitura totalmente desestruturada, fazendo os pacientes sofrerem nos corredores do hospital,” disse o governador. Ele anunciou que, no início da próxima semana, o Estado, em parceria com a Prefeitura, começará a providenciar os materiais necessários para retomar os procedimentos ortopédicos.
Promessa de solução e colaboração
Durante a visita, Mauro Mendes se comprometeu a trabalhar junto com a Prefeitura de Cuiabá para solucionar os problemas do HMC. Ele expressou solidariedade aos pacientes e garantiu que a prioridade será atender as necessidades mais urgentes da unidade. Abilio também agradeceu ao governador pelo apoio, afirmando que essa parceria é fundamental para superar a crise e melhorar o atendimento à população.
Com mais de 100 pacientes à espera de cirurgias, a retomada dos procedimentos ortopédicos no HMC será um teste para a capacidade de gestão e colaboração entre o Estado e o município.
A falta de materiais básicos, como pinos, devido à ausência de licitações adequadas na gestão anterior, provocou a suspensão dos procedimentos.
Ele garantiu que, já na próxima semana, o Estado e a Prefeitura começarão a adquirir os materiais necessários para retomar as cirurgias.
Ele atribuiu os problemas ao desleixo da gestão anterior e destacou a necessidade urgente de materiais simples para atender os pacientes.
