Na coletiva desta semana, o zagueiro Natã falou abertamente sobre o momento delicado que o Cuiabá vive na reta final da Série B. Com chances mínimas de acesso, o defensor evitou discursos derrotistas e reforçou o discurso do técnico Eduardo Barros: enquanto houver possibilidade matemática, o time vai lutar. “A gente encara os próximos jogos como quatro finais. São 12 pontos em disputa e vamos até o fim”, afirmou.
Lesões atrapalharam, mas grupo segue unido
Natã reconheceu o impacto das lesões no rendimento da equipe ao longo da temporada, inclusive as que ele mesmo sofreu. Segundo o zagueiro, a quebra de sequência e o desentrosamento afetaram diretamente o desempenho coletivo. “Tínhamos uma equipe com bom encaixe, mas perdemos peças importantes e tivemos que mudar o estilo de jogo. Isso faz diferença nos resultados”, explicou.
Defesa criticada, ataque ineficiente: falta equilíbrio
Questionado sobre as críticas ao sistema defensivo após os últimos empates, Natã foi direto. “A cobrança vem porque o resultado não aparece. E quando não tem vitória, a defesa sempre vira alvo. Mas não é só a zaga. É o time todo. Se o ataque não faz, a defesa tem que segurar. E se a defesa falha, o ataque tem que resolver. É coletivo”, disse. Ele também admitiu que o Cuiabá perdeu pontos importantes por falhas evitáveis e reforçou que o elenco se cobra internamente por isso.
Jogo contra o Amazonas será “partida de vida”
O próximo compromisso do Dourado será contra o Amazonas, que luta contra o rebaixamento. Natã espera um jogo duro e parelho. “Eles querem ficar na Série B. A gente ainda tenta subir. É confronto direto com objetivos diferentes, mas com o mesmo peso. Vai ser um jogo de vida para os dois lados”, afirmou.
Perguntas e respostas:
Sim, mas depende de vencer os quatro jogos restantes e contar com tropeços dos adversários diretos.
Foram 22 partidas, com 1 gol e 1 assistência.
Contra o Amazonas, fora de casa, pela 35ª rodada da Série B.



