O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, afirmou que pretende escolher um candidato a vice-governador com perfil complementar ao seu e capaz de acompanhar o dia a dia da administração estadual. Durante entrevista concedida nesta quarta-feira (23), o parlamentar explicou que deseja contar com um aliado que permaneça no Estado enquanto ele viaja para Brasília e ao exterior em busca de recursos e investimentos para Mato Grosso.
Segundo Wellington, a definição do nome será conduzida pelo Partido Liberal, mas a decisão final caberá a ele. O senador ressaltou que o futuro companheiro de chapa precisa ter afinidade com seu projeto político e compartilhar a mesma forma de administrar o Estado.
Vice deve complementar atuação do governador
Ao comentar o perfil desejado, Wellington Fagundes afirmou que pretende formar uma chapa com funções bem definidas. De acordo com o senador, o vice-governador deverá acompanhar de perto a rotina administrativa de Mato Grosso, permitindo que ele cumpra agendas em Brasília e em outros países para buscar investimentos e recursos.
O parlamentar declarou que considera essa divisão de responsabilidades importante para ampliar a capacidade de articulação do governo em diferentes frentes, sem comprometer a condução da administração estadual.
Escolha será partidária, mas decisão final será do candidato
Durante a entrevista, Wellington afirmou que a definição do vice seguirá as discussões internas do Partido Liberal. No entanto, ele destacou que terá a palavra final na composição da chapa.
Segundo o senador, não pretende aceitar um nome com o qual não possua relação política ou pessoal. Para ele, o vice-governador precisa compreender sua forma de governar e atuar em sintonia com as diretrizes da futura gestão.
Busca por recursos integra estratégia de governo
Wellington Fagundes afirmou que pretende intensificar a articulação junto ao Governo Federal e também buscar oportunidades de cooperação internacional caso seja eleito governador. Segundo ele, a presença constante em Brasília e em missões no exterior poderá facilitar a captação de investimentos para Mato Grosso.
Na avaliação do senador, esse modelo exige um vice-governador preparado para conduzir as atividades administrativas no Estado durante suas ausências, garantindo continuidade à gestão e alinhamento com o projeto político defendido pelo PL.



