A Vai-Vai foi a primeira escola de samba a desfilar no segundo dia de desfiles. Neste ano, a escola apresentou o samba-enredo: “Capítulo 4, versículo 3 – Da rua e do povo, o hip hop: um manifesto paulistano”.
A Ala “Sobrevivendo no Inferno” trouxe uma tropa de choque com chifres e asas vermelhas. As imagens têm gerado polêmica na internet.
Ao incorporar o tema “Capítulo 4, versículo 3 – Da rua e do povo, o hip hop: um manifesto paulistano”, a Vai-Vai não apenas celebra a diversidade da cultura urbana de São Paulo, mas também reconhece a música e a dança hip hop como formas poderosas de narração de histórias e resistência.
A ala “Sobrevivendo no Inferno”, com sua representação dramática utilizando tropa de choque com chifres e asas vermelhas, evoca imagens fortes e simbolismo profundo, refletindo as lutas e desafios enfrentados nas ruas.
Essa escolha estética, embora tenha gerado polêmica nas redes sociais, sublinha a capacidade do Carnaval de provocar reflexão e diálogo sobre questões sociais, utilizando a arte como veículo para comentário e crítica.
As reações divididas na internet em relação às imagens da ala “Sobrevivendo no Inferno” demonstram o impacto que a arte provocativa pode ter, desencadeando discussões importantes sobre identidade, resistência e expressão cultural nas metrópoles.
A Vai-Vai, ao abraçar tais temáticas em seu desfile, reafirma o Carnaval como um espaço de liberdade criativa, onde diferentes vozes e experiências podem ser representadas e celebradas, contribuindo para o diálogo cultural contínuo na sociedade.





