A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre terminou com emoção além da linha de chegada na prova feminina. A atleta Sisilia Panga, da Tanzânia, venceu a tradicional corrida disputada nesta quarta-feira (31), em São Paulo, mas precisou de atendimento médico imediato após passar mal logo depois da conclusão da prova.
Panga liderou a corrida desde os quilômetros iniciais, manteve ritmo forte ao longo dos 15 km e cruzou a linha de chegada com o tempo de 51min09s. Assim que completou o percurso, a atleta se deitou no chão, apresentou sinais de exaustão extrema, desmaiou na área de chegada e foi rapidamente carregada pela equipe médica do evento.
Domínio do início ao fim marcou a prova feminina
Desde a largada, Sisilia Panga impôs um ritmo elevado e abriu vantagem sobre as adversárias ainda nos primeiros trechos do percurso. A estratégia funcionou e permitiu que a atleta mantivesse a liderança mesmo nos pontos mais exigentes do trajeto, conhecidos pelas subidas e variações de ritmo.
A vitória consolidou o domínio africano na São Silvestre e reforçou o alto nível técnico da edição centenária da prova, que reuniu atletas de elite de vários países e milhares de corredores amadores nas ruas da capital paulista.
Atendimento médico seguiu protocolo de segurança
Logo após o desmaio, a equipe médica presente na chegada agiu de forma imediata. Sisilia Panga recebeu atendimento ainda no local, conforme os protocolos de segurança previstos pela organização da corrida. Casos de exaustão após provas de longa distância não são incomuns, especialmente quando os atletas levam o corpo ao limite em disputas de alto rendimento.
Até o momento, não houve registro de complicações graves relacionadas ao estado de saúde da vencedora, e o atendimento rápido evitou agravamentos.
Disputa acirrada pelo pódio feminino
A segunda colocação ficou com Cynthia Chemweno, do Quênia, que completou o percurso em 52min30s. A briga pelo pódio seguiu intensa até os metros finais, com diferença de poucos segundos entre as primeiras colocadas.
O destaque brasileiro veio com Nubia de Oliveira, que garantiu a terceira posição ao cruzar a linha de chegada em 52min42s. O resultado reforçou a presença do Brasil entre as principais atletas da prova feminina.
Perguntas frequentes:
Por que a atleta passou mal após a chegada?
A exaustão extrema após esforço máximo pode causar desmaios em provas longas.
Sisilia Panga recebeu atendimento imediato?
Sim. A equipe médica atuou no local seguindo o protocolo do evento.
Uma brasileira subiu ao pódio da prova feminina?
Sim. Nubia de Oliveira terminou a corrida na terceira colocação.



