Vítima de “salve” busca socorro na Guarda Municipal após sessão de tortura em Várzea Grande; veja vídeo

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Um homem de 41 anos buscou ajuda na base da Guarda Municipal de Várzea Grande na tarde deste último sábado (13) após sofrer agressões atribuídas a integrantes de uma facção criminosa. A vítima chegou à sede da instituição pedindo socorro e relatou que criminosos a submeteram a um chamado “salve”, prática utilizada por organizações criminosas para impor punições violentas.

Os guardas municipais se preparavam para o deslocamento de rotina quando o homem entrou na base e pediu ajuda. Durante o atendimento, ele informou que as agressões aconteceram na região da Avenida Frei Coimbra. Além disso, relatou que dois homens armados com pistolas participaram da ação.

Segundo a vítima, os suspeitos utilizavam um veículo Renault Duster preto sem placas de identificação. Diante da situação, os agentes iniciaram os procedimentos de atendimento e mobilizaram equipes para prestar assistência imediata.

Ferimentos graves mobilizam equipes de resgate

A Guarda Municipal acionou o Corpo de Bombeiros Militar logo após constatar a gravidade do caso. Em seguida, uma equipe de suporte avançado chegou ao local para prestar os primeiros socorros.

Durante a avaliação clínica, os profissionais identificaram um afundamento na região frontal do crânio e uma contusão perfurante no ombro direito. Por causa da gravidade dos ferimentos, os socorristas conduziram a vítima ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

Os médicos assumiram o atendimento especializado e iniciaram o acompanhamento do quadro clínico. Até o momento, as autoridades não divulgaram novas informações sobre o estado de saúde do homem.

Buscas começam logo após a denúncia

Enquanto a equipe médica atendia a vítima, as guarnições B06 e B26 seguiram para o local indicado durante o relato. Os agentes realizaram diligências e buscaram informações que pudessem ajudar na localização dos suspeitos.

Durante as averiguações, moradores informaram que o motorista do Renault Duster já havia deixado a região antes da chegada das equipes. Apesar das buscas, os agentes não encontraram os envolvidos.

As forças de segurança continuam investigando o caso e trabalham para identificar os autores da agressão.

Facções utilizam violência para impor punições

As investigações devem esclarecer a motivação do crime e a participação de cada envolvido. Caso a polícia confirme as informações apresentadas pela vítima, os suspeitos poderão responder por lesão corporal grave, associação criminosa e outros delitos previstos na legislação.

As autoridades orientam a população a denunciar atividades criminosas de forma anônima. Quem possuir informações pode entrar em contato pelo 197 da Polícia Civil, pelo 190 da Polícia Militar ou pelos canais oficiais da Guarda Municipal.

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