O tenente-coronel PM Manoel Bugalho Neto informou que a primeira-dama Virginia Mendes foi designada como “madrinha” da Secretaria de Segurança Pública. A informação foi divulgada após a esposa do governador Mauro Mendes participar de um evento usando o uniforme da GEFRON (Grupo Especial de Fronteira).
O que significa ser “madrinha” da segurança pública?
A tradição de nomear “madrinhas” para unidades militares existe em várias corporações, normalmente com caráter simbólico. Porém, no caso de Virginia Mendes, a posição parece ganhar contornos mais ativos. Fontes da PM afirmam que ela participa regularmente de reuniões estratégicas e visitas operacionais, algo incomum para o cargo protocolar.
Entre apoio e críticas: a atuação além do protocolo
Integrantes da PM elogiam a “dedicação” da primeira-dama, Virginia Mendes já havia chamado atenção por sua atuação no programa Ser Família, mas agora amplia sua influência para a segurança pública – área tradicionalmente técnica e masculina. Seu envolvimento inclui visitas a quartéis e participação em formaturas, sempre com discurso de apoio às tropas.
A moda vira mensagem política
Virginia chamou a atenção ao usar o uniforme completo da GEFRON em um evento recente. Alguns interpretaram sua escolha da roupa operacional, que incluía colete e insígnias, como uma estratégia para se aproximar das forças de segurança. Críticos alegam que civis que usam indevidamente uniformes podem ferir regulamentos militares. Já apoiadores defendem que a primeira-dama apenas homenageou os profissionais de segurança. A Secretaria de Segurança não confirmou se autorizou o uso do traje.
Perguntas e respostas
1. Virginia Mendes tem cargo formal na segurança pública?
Não oficialmente. Sua atuação como “madrinha” parece ser informal, sem constar na estrutura organizacional.
2. Civis podem usar uniformes militares?
Normalmente não, exceto em situações específicas e com autorização formal, que não confirmaram neste caso.
3. Isso afeta a imagem da PM?
Há opiniões divididas. Alguns veem como valorização da corporação, outros como politização excessiva.




