Na celebração da chegada de 2025, um acidente chocante ocorreu em Navegantes, litoral de Santa Catarina, envolvendo um turista que sofreu queimaduras graves ao ser atingido por fogos de artifício. O caso levantou debates sobre segurança e o impacto emocional em quem deveria estar apenas comemorando.
Virada de ano com tragédia: Turista é ferida por fogos em SC
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 1, 2025
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Quando o Réveillon se Transforma em Pesadelo
O casal Bianca Miranda e Victor Frasca, de Porto Alegre, estava comemorando o ano novo na janela de um apartamento alugado. Enquanto assistiam à queima de fogos oficial do município, um artista se desviou e atingiu diretamente Bianca. O impacto foi tão grave que ela sofreu queimaduras no peito, onde perdeu parte da pele, e nas mãos.
“O que era para ser nosso momento se tornou nosso desgaste”, desabafou Victor nas redes sociais. Ele descreveu o episódio como desesperador, relatando a impotência ao ver sua esposa em chamas dentro do apartamento. O vídeo do acidente, compartilhado amplamente online, chocou internautas, mostrando Bianca em pânico enquanto tentava conter o fogo em sua roupa.
Legislação e Responsabilidade em Debate
A tragédia reacendeu discutindo sobre a segurança em shows pirotécnicos. Embora a prefeitura tenha informado que os incêndios estavam dentro das normas de segurança e a empresa responsável tenha sido contratada legalmente, a cidade possui uma lei que restringe o uso de fogos com estampidos desde 2020. Porém, a queima oficial utilizou artefatos silenciosos, o que está dentro das abordagens da legislação.
A Polícia Civil de Santa Catarina já iniciou uma investigação para apurar responsabilidades, enquanto os bombeiros reforçam que todas as normas foram cumpridas. Apesar disso, o incidente trouxe à tona a necessidade de fortalecer as medidas preventivas e de fiscalização em eventos públicos.
Investir em tecnologias alternativas, como drones para shows de luzes, pode reduzir significativamente os riscos associados aos incêndios.
Apesar das normas, a imprevisibilidade de equipamentos pirotécnicos e falhas humanas ainda representa um perigo constante.
Sim, ao diminuir o impacto sonoro, reduz-se parte dos riscos, mas a fiscalização e o treinamento especializado continuam sendo fundamentais.









