Na manhã desta quarta-feira (27), a Polícia Civil prendeu o empresário C.H.M.R. durante a Operação 777. Os agentes realizaram buscas no Residencial Solaris do Tarumã, em Várzea Grande, onde ele residia. Além disso, as autoridades apreenderam um Toyota Corolla Cross XRE, um celular e o passaporte do empresário. O juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, do Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (Nipo), determinou a prisão temporária de cinco dias.
Vídeo revela momento da prisão de empresário envolvido em jogos de azar online, em VG; veja vídeo pic.twitter.com/Z9qd8a4VrO
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) November 27, 2024
As investigações revelaram que seis influenciadores digitais participaram do esquema, sendo quatro de Mato Grosso e dois de São Paulo. Eles utilizaram as redes sociais para divulgar plataformas de jogos de azar ilegais. Como parte da estratégia, os influenciadores simulavam ganhos rápidos, atraindo e incentivando seguidores a apostar. Por isso, o esquema ganhou dimensão nacional, envolvendo diversos estados.
Autoridades apreendem R$ 12 milhões e ampliam investigações
Durante a operação, a polícia bloqueou contas bancárias e confiscou bens relacionados ao esquema criminoso. Ao todo, o valor apreendido ultrapassou R$ 12 milhões. A Polícia Civil também cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso e São Paulo. Esses esforços demonstraram o alcance financeiro e geográfico do crime.
Os influenciadores envolvidos na promoção dos jogos ilegais podem responder criminalmente. Segundo especialistas, ao incentivar práticas ilícitas, eles assumiram um papel direto no esquema. Por isso, as punições podem incluir penas severas e processos judiciais.
Polícia alerta população sobre fraudes digitais
A Polícia Civil pediu que vítimas do esquema denunciem o crime e registrem boletins de ocorrência. Além disso, as autoridades alertaram sobre os riscos de promessas de ganhos fáceis e incentivaram a desconfiança diante de ofertas suspeitas.
Portanto, a Operação 777 mostrou a importância do monitoramento de redes sociais para combater crimes digitais. Finalmente, o caso serve de alerta para usuários e influenciadores sobre os riscos e responsabilidades no ambiente online.







