Uma publicação antiga voltou a repercutir após uma tragédia.
O vídeo foi gravado no mesmo local onde Maria Eduarda morreu.
O conteúdo provocou revolta nas redes sociais.
Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, apontado como líder do grupo de rope jump Entre Cordas, passou a ser alvo de críticas após a repercussão de um vídeo publicado por ele em 2022. O conteúdo voltou a circular nas redes sociais depois da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida durante um salto na Ponte do Esqueleto.
Nas imagens, uma pessoa aparece dentro de um saco plástico preto sendo lançada da estrutura. Na publicação, a legenda utilizada foi “Desovando corpo”. O vídeo foi gravado exatamente no mesmo local onde a jovem morreu após ser lançada sem a corda de segurança.
Publicação gerou onda de críticas
Após a divulgação do acidente, internautas passaram a revisitar conteúdos antigos publicados pelo responsável pelo grupo.
O vídeo rapidamente ganhou repercussão e passou a receber centenas de comentários. Muitos usuários demonstraram indignação com o teor da gravação, principalmente após a tragédia envolvendo Maria Eduarda.
A publicação acabou se tornando um dos assuntos mais comentados relacionados ao caso.
Perfil destacava segurança nos saltos
Nas redes sociais, Egoroff costumava compartilhar vídeos de atividades radicais realizadas pela equipe.
Em sua apresentação, ele se identificava como bombeiro civil e destacava conceitos como segurança, técnica e experiência na realização dos saltos.
Após a morte da jovem, diversas publicações passaram a ser alvo de críticas e questionamentos por parte dos internautas.
Grupo não tinha autorização para atuar
Além da repercussão envolvendo os vídeos antigos, a Secretaria de Patrimônio da União informou que o grupo Entre Cordas não possuía autorização para realizar atividades esportivas na área da Ponte do Esqueleto.
A informação foi divulgada pelo órgão vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Luis Felipe Feliciano Egoroff foi autuado em flagrante por homicídio com dolo eventual juntamente com Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos.
Enquanto as investigações continuam, o vídeo publicado anos antes da tragédia passou a ser analisado por internautas como mais um elemento que ampliou a repercussão do caso envolvendo a morte da jovem durante a prática de rope jump.








