Um cachorro matou a idosa Elma Carla Avanze, de 76 anos, no domingo (21), no bairro Jardim Ikaray, em Várzea Grande (MT). O ataque aconteceu dentro da casa da vítima, que estava sozinha no momento. O filho dela, que mora em uma residência em frente, havia saído minutos antes do ocorrido.
Testemunhas acionaram o socorro, mas os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmaram a morte no local. A Polícia Militar isolou a área e iniciou os procedimentos de investigação imediatamente.
Câmeras registram ataque brutal
Câmeras de segurança da região registraram a ação do animal. As imagens, já em posse da Polícia Civil, devem ajudar a esclarecer as circunstâncias do ataque. A perícia trabalha para entender como o cachorro acessou o local e se apresentava comportamento agressivo anteriormente.
Animal já apresentava risco, dizem vizinhos
Moradores da região afirmam que o cachorro, ainda não identificado oficialmente, demonstrava sinais de agressividade. Alguns relatam que ele circulava livremente no quintal e latia com frequência. Outros dizem que nunca notaram atitudes violentas.
Apesar disso, o caso levanta dúvidas sobre a conduta do tutor do animal e a segurança do espaço onde viviam o cão e a idosa. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a investigação e analisa o histórico do animal, a estrutura da casa e a rotina da vítima.
Perguntas frequentes
Sim. Cães de médio e grande porte podem causar ferimentos fatais, principalmente em idosos ou crianças.
O tutor do animal responde legalmente por ataques, conforme o Código Civil Brasileiro.
Com socialização, adestramento, ambiente seguro e cuidados veterinários regulares.
Raças como Pitbull, Rottweiler e Fila Brasileiro estão entre as mais associadas a ataques, mas qualquer cão pode ser perigoso sem manejo correto.



