A corrida presidencial de 2026 começa a ganhar forma nos bastidores, mesmo sem campanha oficial nas ruas. De um lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve buscar um novo mandato mantendo Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Do outro, o grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro ainda procura um nome para ocupar a vice em eventual candidatura liderada por Flávio Bolsonaro.
Nos últimos dias, um nome passou a circular com mais força: o da deputada federal Simone Marquetto. A movimentação chamou atenção por envolver uma figura considerada discreta no cenário nacional.
Lula mantém fórmula que deu resultado
No campo governista, a tendência atual aponta para repetição da chapa vencedora de 2022. Lula e Alckmin construíram uma aliança que reuniu setores diferentes da política nacional. O arranjo ampliou pontes com o centro e ajudou na composição parlamentar.
A permanência de Alckmin também sinaliza estabilidade. O vice atua em agendas econômicas, industriais e institucionais, além de manter diálogo com empresários e lideranças políticas.
Em disputas presidenciais, continuidade costuma transmitir previsibilidade ao eleitor. Por isso, aliados veem vantagem em preservar a dupla.
O lado conservador ainda busca encaixe
Enquanto isso, o campo bolsonarista trabalha para definir estratégia. A escolha do vice costuma carregar peso político, regional e simbólico. O nome precisa agregar votos, ampliar alianças e evitar ruídos internos.
Nesse cenário, Simone Marquetto surgiu como possibilidade. Deputada por São Paulo, ela tem perfil conservador, ligação com pautas religiosas e boa relação com setores católicos. A proximidade com Frei Gilson também elevou sua visibilidade entre grupos de fé.
A eventual escolha de uma mulher para a vice pode representar tentativa de ampliar diálogo com segmentos específicos do eleitorado.
Por que a vice importa tanto?
Historicamente, o cargo de vice deixou de ser apenas figura protocolar. Em eleições recentes, a vaga passou a funcionar como ferramenta estratégica. Ela ajuda a equilibrar chapa entre regiões, partidos, ideologias e perfis públicos.
Além disso, o vice participa de negociações políticas e pode assumir protagonismo em momentos decisivos do governo.
Por isso, quando um nome inesperado entra na disputa, o mercado político observa com atenção.
Bastidores já movimentam 2026
Mesmo distante do período eleitoral oficial, articulações avançam em Brasília. Partidos negociam espaços, testam nomes e medem alianças. A definição das chapas pode influenciar diretamente o ritmo da disputa nos próximos meses.
Por enquanto, uma posição parece aberta e valiosa: a cadeira de vice no campo conservador.
Perguntas curiosas
Simone Marquetto já foi confirmada?
Não. O nome apenas circula nas articulações.
Lula deve manter Alckmin?
Hoje, esse é o cenário mais citado nos bastidores.
Por que o vice chama atenção?
Porque pode ampliar alianças e atrair novos votos.




