Na última segunda-feira (08), um gesto da vereadora Samantha Íris (PL) causou indignação em muitos cuiabanos. Ao votar para manter o veto de seu marido, o prefeito Abilio Brunini (PL), ao Projeto de Lei 146/2025, que facilitaria o acesso a exames de câncer de mama, ela se colocou contra um projeto que poderia salvar vidas. Mas o que motivou a vereadora a barrar uma iniciativa tão crucial para a saúde das mulheres de Cuiabá? Fatores políticos ou uma questão de prioridades pessoais?
Por que barrar um projeto de saúde pública essencial?
O Projeto de Lei 146/2025, de autoria do vereador Dídimo Vovô (PSB), não era apenas mais um projeto qualquer. Ele tinha como objetivo facilitar o acesso das mulheres com mama densa aos exames de ressonância magnética em unidades públicas de saúde. Esses exames são essenciais para a prevenção do câncer de mama, uma das maiores causas de morte entre mulheres no Brasil. A proposta visava corrigir um erro do sistema de saúde, garantindo que todas as mulheres, especialmente as que enfrentam um diagnóstico mais difícil, tivessem acesso aos exames necessários. E qual foi a resposta da vereadora Samantha? Um voto que desafia a lógica e coloca em risco a vida de muitas mulheres.
Interesses políticos ou interesse público?
A grande pergunta que fica é: o que está por trás dessa decisão? A vereadora Samantha Íris, esposa do prefeito Abilio Brunini, foi a principal responsável por garantir que o veto fosse mantido. Muitos começaram a se perguntar se a decisão teve mais a ver com interesses políticos e alianças familiares do que com o bem-estar da população. Afinal, como justificar barrar um projeto que beneficia mulheres, só para agradar ao chefe do Executivo? A população cuiabana merece explicações mais claras sobre os motivos dessa atitude, que parece colocar a política em primeiro lugar, e as vidas das mulheres em segundo.
A saúde das mulheres em Cuiabá não é prioridade?
Enquanto milhares de mulheres lutam contra o câncer de mama, a decisão de Samantha Íris levanta um questionamento urgente: em Cuiabá, a saúde das mulheres realmente é uma prioridade? Barrar um projeto de lei tão essencial e que visa salvar vidas é um golpe para aqueles que esperam que as autoridades se unam pela saúde pública, sem pressões políticas. Ao impedir o avanço de uma medida simples, mas poderosa, a vereadora e o prefeito colocam em risco a saúde de muitas mulheres cuiabanas, revelando que, no fim, suas prioridades estão em outro lugar.
Perguntas e Respostas:
- Por que a vereadora Samantha Íris manteve o veto ao projeto que facilitaria os exames de câncer de mama?
- A vereadora não explicou de forma clara sua decisão, mas a sua relação com o prefeito Abilio Brunini levanta suspeitas de que a política pessoal tenha influenciado o voto.
- O que o Projeto de Lei 146/2025 propunha de tão importante?
- O projeto visava garantir que mulheres com mama densa tivessem acesso a exames de ressonância magnética, fundamentais para o diagnóstico precoce do câncer de mama.
- O veto de Samantha Íris representa um retrocesso na saúde pública de Cuiabá?
- Sim, ao barrar um projeto que poderia salvar vidas, Samantha Íris coloca em risco a saúde de mulheres cuiabanas e coloca interesses políticos à frente do bem-estar da população.



