O clima na Câmara de Cuiabá esquentou durante a sessão desta terça-feira (9), quando o vereador Jeferson Siqueira (PSD) acusou a presidente da Casa, Paula Calil (PL), de ser uma “ditadora”.
O motivo do embate: ausência de Michelly Alencar
O desentendimento começou quando Siqueira criticou a ausência da vereadora Michelly Alencar em uma votação crucial sobre as “supersecretarias”, argumentando que isso prejudicava o processo em um momento decisivo. Ele então solicitou mais tempo de fala para ampliar seus argumentos.
A acusação de “ditadora” e a repercussão
Diante da negativa, Jeferson Siqueira usou termos fortes e acusou Paula Calil de adotar uma postura autoritária na condução dos trabalhos da Câmara, chamando-a de “ditadora”. A palavra de ordem gerou desconforto entre os parlamentares e causou um clima de tensão no plenário.
O que a postura de Paula Calil revela sobre a Câmara de Cuiabá?
Esse episódio questiona o funcionamento da Câmara de Cuiabá e o respeito às regras internas. Siqueira interpretou a negativa de mais tempo de fala como cerceamento de sua liberdade de expressão, destacando a necessidade de mais transparência e diálogo para evitar que conflitos assim atrapalhem o trabalho legislativo.
Perguntas e respostas
- Por que Jeferson Siqueira chamou Paula Calil de “ditadora”?
Siqueira fez a acusação após ter seu pedido de acréscimo no tempo de fala negado durante uma sessão, em um momento de tensão política. - O que causou a irritação de Jeferson Siqueira na sessão?
A irritação de Siqueira se deu pela ausência de Michelly Alencar na votação das “supersecretarias”, que ele considerou prejudicial para o andamento da discussão. - Qual o impacto dessa acusação na Câmara de Cuiabá?
A acusação gerou um clima de tensão e evidenciou o conflito político entre os vereadores



