Vendedor chora após ter mercadoria apreendia pela Guarda Municipal. Veja vídeo:

Um vendedor ambulante no Rio de Janeiro usou as redes sociais para expressar sua indignação após ter sua mercadoria apreendida pela Guarda Municipal. No vídeo, ele aparece em lágrimas, relatando que havia preparado lanches e saído cedo de casa com sua bicicleta para vendê-los nas ruas, mas foi impedido de trabalhar.

Descrevendo a situação como uma covardia, o vendedor afirmou: “Por isso que a gente se revolta […] Nós tenta uma vida, tipo assim, trabalhando, mas a gente passa por isso. Tá tranquilo, Deus vai me dar em dobro”. O desabafo viralizou rapidamente, dividindo opiniões entre os internautas.

O vídeo gerou uma grande repercussão, com muitos usuários manifestando solidariedade ao vendedor. Alguns criticaram a ação da Guarda Municipal, argumentando que a apreensão de mercadorias de vendedores ambulantes é uma medida excessiva e desumana, especialmente considerando o esforço necessário para preparar e vender os produtos.

Outros, no entanto, defenderam a atuação da Guarda, alegando que o comércio ambulante irregular pode representar riscos à saúde pública e à ordem urbana. Esse debate ressalta a complexidade da questão, que envolve tanto a necessidade de regulamentação quanto a busca por sustento por parte de trabalhadores informais.

O caso do vendedor ambulante no Rio de Janeiro não é isolado. A apreensão de mercadorias de trabalhadores informais é um problema recorrente em diversas cidades brasileiras. Muitos argumentam que medidas punitivas não resolvem a raiz do problema e que políticas públicas mais inclusivas são necessárias para integrar esses trabalhadores à economia formal.

Esse incidente sublinha a necessidade urgente de um diálogo equilibrado e de soluções práticas que respeitem a dignidade dos trabalhadores informais, ao mesmo tempo que garantem a ordem pública e a segurança da população.

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