Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) registraram a desova de tartarugas-marinhas com uso de drones e inteligência artificial no litoral entre João Pessoa e Cabedelo. O trabalho ocorre em parceria com a Associação Guajiru e utiliza tecnologia para monitorar espécies ameaçadas. O registro captou a assinatura térmica de uma tartaruga durante o processo de desova. O drone equipado com sensor térmico identificou a diferença de temperatura entre o animal e a areia.
Drone identifica ninhos à noite
Os pesquisadores utilizam sensores térmicos para localizar ninhos, inclusive no período noturno. A tecnologia detecta áreas mais quentes, o que facilita a identificação da presença de tartarugas e ovos. Esse método amplia a capacidade de monitoramento sem interferir diretamente no ambiente natural.
Inteligência artificial analisa dados
Um sistema com inteligência artificial processa as imagens coletadas. A ferramenta reconhece padrões e acompanha a atividade em tempo real. Os pesquisadores utilizam os dados para mapear áreas de desova e entender o comportamento das espécies.
Monitoramento auxilia conservação
O projeto acompanha espécies ameaçadas, como a tartaruga-verde e a tartaruga-de-pente. O uso de tecnologia contribui para ações de preservação e proteção dos ninhos. As informações coletadas ajudam instituições a definir estratégias de conservação no litoral paraibano.
Eles utilizaram drones com sensor térmico e inteligência artificial.
No litoral entre João Pessoa e Cabedelo, na Paraíba.
Monitorar e proteger espécies de tartarugas marinhas.





