Uma paralisação de caminhoneiros foi iniciada nesta segunda-feira (13/7) em diferentes regiões do país.
Manifestações foram registradas em portos e rodovias, mas grandes transtornos ainda não foram registrados.
A mobilização busca pressionar pela votação da Medida Provisória nº 1.343, conhecida como MP do Frete.
O primeiro período da paralisação dos caminhoneiros foi marcado por manifestações registradas no Porto de Santos (SP), em Itajaí (SC), no Porto de Suape (PE) e na BR-040, em Luziânia (GO). A mobilização foi organizada para pressionar pela votação da Medida Provisória nº 1.343, conhecida como MP do Frete.
Apesar dos atos, a movimentação seguiu sem grandes impactos para a população. Até o momento, nenhum número oficial sobre a adesão dos caminhoneiros à paralisação foi divulgado.
Porto de Santos teve bloqueio parcial
No Porto de Santos, um trecho de acesso à margem direita foi parcialmente bloqueado durante a manhã. Segundo a Autoridade Portuária de Santos (APS), a interrupção durou menos de uma hora e a passagem de veículos foi permitida quando solicitada pelos manifestantes.
Em nota, foi informado que as operações portuárias seguiram normalmente e que nenhum impacto significativo no trânsito interno do porto foi registrado. As vias foram mantidas liberadas após o encerramento do bloqueio parcial.
Rodovias seguem sem interdições
Pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi informado que nenhum ponto de interdição em rodovias federais havia sido identificado até a manhã desta segunda-feira. O monitoramento das estradas permanece sendo realizado pela corporação.
As manifestações também foram registradas em outros estados, mas o fluxo de veículos e de serviços foi mantido dentro da normalidade.
Sindicato defendeu atos pacíficos
Pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), foi informado que orientações para a realização de manifestações pacíficas foram repassadas aos participantes.
A paralisação segue sendo acompanhada pelas autoridades, enquanto novos balanços sobre a adesão do movimento e possíveis reflexos nas rodovias e portos do país ainda deverão ser divulgados.
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