Diarista é presa em hotel com filho de 6 anos após matar casal de idosos com facadas; Veja vídeo

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Uma diarista foi presa em uma operação da Polícia Civil realizada em Itabira, na Região Central de Minas Gerais, após ser apontada como principal suspeita de um crime violento ocorrido dentro de um apartamento.

Um casal de idosos foi morto no interior do imóvel após sofrer diversos golpes de faca, em uma ocorrência que passou a ser investigada pelas autoridades e gerou grande mobilização policial na cidade.

A suspeita foi localizada em um hotel enquanto estava acompanhada do filho de 6 anos, sendo abordada por equipes policiais durante o trabalho de monitoramento e investigação que levou à sua prisão.

A diarista Paola Stefany Neto Cirino foi presa na madrugada desta quinta-feira (2), em um hotel localizado em Itabira, na Região Central de Minas Gerais, durante uma ação da Polícia Civil. A mulher foi encontrada enquanto estava com o filho de 6 anos e acabou sendo conduzida pelos policiais após ser monitorada pelas equipes de investigação.

Casal foi encontrado morto dentro de apartamento

O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, foi morto com 17 facadas, enquanto a esposa dele, a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76 anos, foi atingida por sete golpes de faca dentro do apartamento onde o casal morava. A suspeita teria sido indicada para prestar serviços como diarista no local.

Imagens de câmeras de segurança teriam registrado a entrada da mulher no prédio na manhã do crime e a saída horas depois, carregando bolsas, mochilas e pertences das vítimas.

Prisão foi realizada após monitoramento da suspeita

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita foi localizada ainda na quarta-feira (1º), passando a ser monitorada pelo setor de inteligência até o momento da abordagem realizada no hotel.

Durante a prisão, foi informado que não houve resistência e que a mulher teria declarado aos policiais que já esperava ser presa em razão da repercussão do caso.

Suspeita teria confessado o crime à polícia

Em depoimento, a investigada teria confessado a autoria do crime aos investigadores. Segundo as informações repassadas, a entrada no apartamento teria ocorrido sem intenção inicial de homicídio, mas, após visualizar objetos de valor, teria sido decidido o roubo dos bens.

A suspeita teria alegado ainda ter sofrido um “surto psicótico” no momento da ação. A motivação relacionada a dívidas com jogos de azar foi negada durante o depoimento. O caso segue em investigação pela Polícia Civil para esclarecimento completo dos fatos.

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