Uma criança de três anos está internada há 33 dias no Hospital Municipal de Governador Valadares, em Minas Gerais, enquanto aguarda exames solicitados pela equipe médica.
Segundo a mãe, o menino sofreu uma queda meses atrás e, após retornar ao hospital, passou a apresentar dificuldades para andar.
A família afirma que aguarda principalmente uma ressonância e cobra uma solução para que os exames necessários sejam realizados.
De acordo com o relato divulgado nas redes sociais, Gabriel Henrique Mendes sofreu uma queda há alguns meses e foi levado para atendimento médico.
Após ser avaliado, ele teria recebido alta e retornado para casa. Posteriormente, porém, voltou ao hospital e passou a apresentar dificuldades para caminhar.
Desde então, segundo a mãe, a criança permanece internada na unidade de saúde.
A família afirma que o menino está sentindo dores e que a situação tem causado preocupação devido ao tempo de espera para a realização dos exames solicitados.
Exames foram solicitados
Conforme documento médico mostrado durante a gravação, foram solicitados exames como eletroneuromiografia dos membros inferiores e ressonâncias magnéticas, além de avaliações pela área de reumatologia.
Segundo o relato apresentado no vídeo, alguns desses procedimentos não estariam disponíveis diretamente no serviço hospitalar.
A família afirma que os exames precisam ser realizados por meio da rede privada, com os custos sendo encaminhados ao município responsável pelo atendimento.
A mãe relatou que uma ressonância foi solicitada no dia 21 e que, até o momento da gravação, o procedimento ainda não havia sido realizado.
Após a divulgação do caso nas redes sociais, a família recebeu contatos de pessoas ligadas à política local e passou a cobrar publicamente uma solução.
Segundo o relato, a previsão informada à família era de que o exame pudesse ser realizado até sábado, mas ainda não havia garantia de que o procedimento seria efetivamente marcado.
Família questiona demora
Durante a denúncia, o responsável pelo vídeo questionou o tempo de espera enfrentado pela criança e afirmou que o município teria sido comunicado sobre a necessidade dos exames.
Segundo o relato, duas notificações teriam sido encaminhadas à Secretaria de Saúde.
A família também afirmou ter buscado alternativas para custear os exames por conta própria, mas teria sido orientada de que a retirada da criança do atendimento poderia transferir responsabilidades para os familiares.
Caso ganhou repercussão
A situação passou a ganhar maior repercussão depois que a família decidiu publicar o caso nas redes sociais.
O objetivo da divulgação, segundo o relato, seria pressionar pela realização dos exames e pela continuidade da investigação médica sobre a condição da criança.
Até o momento, as informações apresentadas são baseadas no relato da família e no conteúdo divulgado nas redes sociais. Não foram apresentadas, no material enviado, manifestações do Hospital Municipal de Governador Valadares ou da Prefeitura sobre o caso.
A família continua aguardando a realização dos exames solicitados e uma definição sobre o atendimento necessário para a criança.
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