Uma adega de aparência simples escondia um esquema milionário.
O local funcionava como ponto de lavagem de dinheiro do tráfico, enganando moradores e clientes da região.
A polícia desarticulou o grupo durante operação nesta terça (7/4), após investigações detalhadas.
A chamada “Adega do Chucky”, localizada em Aparecida de Goiânia, operava como fachada para um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Apesar da aparência comum, o local movimentava grandes quantias de dinheiro, segundo investigações da Polícia Civil do Distrito Federal, que identificaram a atuação estruturada do grupo criminoso.
Foto/ Vídeo: @metropoles e @carloscarone
Esquema por trás da fachada
Investigadores apontaram que o estabelecimento misturava receitas legais com dinheiro vindo do tráfico, principalmente de crack. A estratégia dificultava o rastreamento e dava aparência legal aos valores movimentados.
A adega funcionava como peça-chave dentro de um sistema criminoso estruturado, com divisão de tarefas e atuação organizada.
Operação policial
A descoberta ocorreu durante a segunda fase da Operação Monopólio, deflagrada na manhã desta terça-feira (7/4). A ação mobilizou dezenas de agentes e teve como alvo uma organização criminosa atuante no Distrito Federal.
A polícia cumpriu 13 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão. As ações aconteceram principalmente na Cidade Estrutural, além de regiões como Ceilândia, Aparecida de Goiânia e São Paulo.
Líder do esquema
As investigações identificaram 19 pessoas envolvidas, que foram indiciadas por organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Entre os principais nomes está Fabiano da Silva Lira, conhecido como “Chucky”. Segundo a polícia, ele liderava o grupo e mantinha controle sobre as atividades criminosas.
O apelido faz referência ao personagem de terror e reflete a reputação atribuída ao suspeito, marcada por violência e forte atuação no tráfico.
Perguntas e respostas
É quando alguém tenta esconder a origem ilegal de dinheiro, fazendo parecer que ele é lícito.
Porque facilita misturar dinheiro legal com ilegal, dificultando a investigação.
Eles podem responder por crimes como tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.




