Funcionário de farmácia joga água e limpa calçada com homem em situação de rua no local; veja vídeo

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Um vídeo gravado na Avenida dos Remédios, em Osasco (SP), gerou indignação nas redes sociais ao mostrar a atitude de um funcionário de uma farmácia diante de uma pessoa em situação de rua. As imagens registram o momento em que o trabalhador joga água ao redor do homem, que permanece sentado na calçada durante toda a ação.

A gravação rapidamente passou a circular nas redes sociais e provocou críticas de internautas e de pessoas que presenciaram a cena. O episódio também chamou a atenção de quem passava pelo local, levando alguns pedestres a questionarem o funcionário sobre o motivo da atitude.

Cena foi registrada por testemunhas

No vídeo, o homem em situação de rua aparece sentado enquanto o funcionário espalha água ao seu redor.

As imagens mostram que o trabalhador permanece próximo da entrada do estabelecimento durante a ação.

A gravação termina após pessoas se aproximarem para perguntar o que estava acontecendo.

Funcionário explicou o motivo

Segundo o próprio funcionário, ele realizava a limpeza da área em frente ao estabelecimento.

Ainda de acordo com o relato, diversas tentativas de convencer o homem a deixar o local já haviam sido feitas anteriormente, mas não tiveram resultado.

A justificativa foi apresentada às pessoas que questionaram a situação durante a gravação.

Caso repercutiu nas redes sociais

Após a divulgação do vídeo, o episódio gerou ampla repercussão e dividiu opiniões.

Enquanto parte dos internautas criticou a conduta do funcionário, outros discutiram os desafios enfrentados por comerciantes e trabalhadores em situações semelhantes.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventual posicionamento oficial da farmácia nem sobre providências relacionadas ao caso.

As imagens continuam circulando nas redes sociais e alimentam o debate sobre o tratamento destinado às pessoas em situação de rua e sobre os limites das ações adotadas por estabelecimentos comerciais em situações como essa. O caso também reacendeu discussões sobre dignidade, assistência social e convivência em espaços públicos.

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