Um momento emocionante tomou conta das redes sociais.
Um menino caiu durante uma corrida e seguiu até o fim.
A cena foi marcada por aplausos e repercussão.
O caso envolveu o pequeno Henrique Batista, de 5 anos, que participou de uma corrida infantil na escola onde estuda, em São Bernardo do Campo. Durante o trajeto, uma queda foi registrada, mas a prova foi retomada e concluída sob incentivo do público presente.
O vídeo compartilhado ultrapassou 70 mil curtidas e acumulou milhares de comentários. A repercussão foi marcada por mensagens de apoio e reconhecimento.
persistência marcou momento mais comentado
Durante o percurso, a queda foi registrada pelas imagens. Mesmo diante da dificuldade, a corrida não foi interrompida.
A continuidade foi feita com esforço, e a chegada foi alcançada com aplausos. A atitude foi destacada como símbolo de superação.
A cena passou a circular amplamente nas redes sociais.
fala na escola motivou decisão da família
A participação na corrida foi motivada por um episódio ocorrido anteriormente. Segundo relato da mãe, Renata Pessoa, uma colega teria afirmado que o menino não sabia correr.
A situação fez com que a diferença física fosse percebida pela criança. A inscrição foi realizada como forma de incentivo e inclusão.
A iniciativa buscou mostrar que limitações não impedem participação.
tratamento ajudou no desenvolvimento
Nos primeiros dias de vida, problemas de saúde foram enfrentados. Aos 26 dias, bronquiolite foi diagnosticada, evoluindo para pneumonia e sepse.
Após internação, a alta foi concedida. Meses depois, dificuldades motoras foram observadas.
O diagnóstico de leucomalácia periventricular bilateral foi confirmado, condição associada à paralisia cerebral. O quadro apresentado foi de diparesia espástica, afetando os membros inferiores.
Desde 2022, acompanhamento com fisioterapia vem sendo realizado, permitindo avanços como caminhar e participar de atividades físicas.
As palavras que marcam o caso são: emoção, superação e inclusão.
Perguntas e respostas
Sim. Com orientação adequada, atividades físicas podem ser adaptadas.
Foi associada a complicações de saúde nos primeiros meses de vida, incluindo sepse.
Sim. A lei assegura acesso igualitário à educação para crianças com deficiência.





