Um incêndio de grandes proporções destruiu completamente o galpão que abriga o Arquivo Geral e o Almoxarifado do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), na manhã desta terça-feira (21), às margens da rodovia ES-010, na Serra, na Grande Vitória. O fogo começou por volta das 6h30, mobilizou diversas equipes do Corpo de Bombeiros e consumiu toda a estrutura. Apesar da gravidade da ocorrência, ninguém ficou ferido.
Moradores da região perceberam uma intensa coluna de fumaça e acionaram o Corpo de Bombeiros. Durante o combate às chamas, os militares isolaram a área devido à presença de materiais altamente inflamáveis, que poderiam provocar explosões. A força do incêndio chegou a lançar partes do telhado para fora da estrutura, aumentando o risco para quem estava nas proximidades.
Fogo destruiu toda a estrutura
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Alexandre Cerqueira, informou que as equipes conseguiram impedir que o incêndio se espalhasse para imóveis vizinhos.
Mesmo assim, o galpão foi completamente consumido pelas chamas.
Até agora, a origem do incêndio permanece desconhecida.
Local guardava milhares de documentos
O imóvel possui mais de 10 mil metros quadrados e funciona como centro de armazenamento de documentos do Poder Judiciário estadual.
O espaço reúne arquivos das comarcas de Vitória, Serra, Cariacica, Vila Velha e Viana, além de materiais do almoxarifado do Tribunal de Justiça.
Os prejuízos ainda estão sendo levantados pelas autoridades.
Perícia vai apontar o que provocou o incêndio
Após controlar as chamas, as equipes iniciaram o trabalho de rescaldo para evitar novos focos.
A perícia técnica deverá investigar as causas do incêndio e avaliar as condições da estrutura destruída.
O Tribunal de Justiça ainda não informou se parte do acervo documental poderá ser recuperada ou qual será o impacto da perda para o funcionamento do órgão.
Embora o fogo tenha destruído completamente o galpão, o Corpo de Bombeiros confirmou que não houve registro de feridos. As investigações sobre a origem do incêndio continuam, enquanto o Tribunal de Justiça do Espírito Santo trabalha para dimensionar os danos causados pela destruição de um dos principais centros de armazenamento de documentos do Judiciário estadual.



