Adolescente denuncia agressão policial após abordagem; Veja vídeo

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Um adolescente de 14 anos denunciou ter sido agredido durante uma abordagem da Polícia Militar, no domingo (5), na Estrutural, no Distrito Federal. O caso veio à tona após familiares perceberem hematomas no corpo do jovem e registrarem boletim de ocorrência por lesão corporal na 8ª Delegacia de Polícia.

Imagem cedida ao Metrópoles

Segundo relato da família, o adolescente estava acompanhado da irmã quando foi abordado por policiais do 15º BPM. Após a ação, ele apresentou marcas pelo corpo, o que levantou suspeitas sobre possível uso excessivo de força.

Relato aponta uso de força durante abordagem

De acordo com informações apuradas, o adolescente relatou que os policiais utilizaram força física e realizaram manobras bruscas durante a condução na viatura, o que teria causado os hematomas. Ele também afirmou ter sofrido tratamento verbal inadequado durante a ocorrência.

A tia do jovem contou que a família havia saído para almoçar e, após a refeição, o adolescente e a irmã foram até uma barraca de açaí, momento em que ocorreu a abordagem. Segundo ela, o jovem foi jogado ao chão e imobilizado com força.

Histórico do adolescente também é investigado

A apuração também aponta que o adolescente já havia sido apreendido anteriormente por ameaçar um professor com uma faca em uma escola no Cruzeiro. O histórico foi considerado pelas autoridades no contexto da ocorrência.

O caso agora está sob investigação da Polícia Civil, que deve analisar as circunstâncias da abordagem e verificar se houve excesso por parte dos policiais.

Perguntas e respostas sobre o caso

Toda abordagem policial pode envolver força física?

Não. A força deve ser usada apenas quando há resistência ou risco, sempre de forma proporcional.

Quais sinais indicam possível abuso policial?

Lesões sem justificativa, relatos de agressão e uso de força além do necessário podem indicar abuso.

A família pode acompanhar a investigação?

Sim. Familiares podem buscar informações, apresentar provas e acompanhar o andamento do caso.

Karolina silva

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