A morte de Zoe, uma cadela da raça Spitz Alemão, durante um banho em um pet shop em Belo Horizonte, chocou a cidade e levantou debates sobre a segurança e o tratamento de animais em estabelecimentos do tipo. A tutora do animal, Duda, relatou que Zoe foi vítima de agressões, resultando em um traumatismo craniano que levou à sua morte. O caso está sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais.
Tutora se pronuncia após morte da cachorrinha em pet shop; veja vídeo pic.twitter.com/Bm4eL3IV8s
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) March 1, 2025
Sinais de violência e tentativas de encobrimento
Duda levou Zoe para o banho por volta das 11h. Quatro horas depois, recebeu uma mensagem informando que a cadela havia “passado mal”. Ao chegar ao local, a família encontrou Zoe ensanguentada, enrolada em uma toalha. O pet shop alegou que o calor causou o mal-estar de Zoe, mas a tutora desconfiou da explicação ao encontrar sangue no animal. A família levou Zoe imediatamente a um hospital veterinário, onde os veterinários diagnosticaram um grave traumatismo craniano. Infelizmente, a cadela não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte, deixando a família em choque e buscando respostas sobre o ocorrido.
Investigação e mobilização nas redes sociais
A família contratou uma patologista, que confirmou o politraumatismo como causa da morte. Imagens das câmeras de segurança do pet shop foram entregues à polícia. Inicialmente, o estabelecimento apresentou vídeos editados, mas, após pressão, forneceu as gravações completas. Um perfil no Instagram, “Justiça pela Zoe”, foi criado para cobrar providências e já reúne mais de 20 mil seguidores. A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Fauna (DEMA) está à frente das investigações.
Repercussão e questionamentos sobre a segurança animal
O caso reacendeu a discussão sobre a fiscalização em pet shops e a necessidade de maior transparência nos atendimentos. Muitos tutores estão compartilhando experiências negativas e exigindo mudanças na forma como os estabelecimentos lidam com os animais. Enquanto isso, o pet shop envolvido teve suas redes sociais excluídas e não se pronunciou publicamente.
Perguntas frequentes:
A cadela sofreu um traumatismo craniano, confirmado por uma patologista contratada pela família.
Sim, inicialmente apresentou vídeos editados, mas depois liberou as gravações completas para a polícia.
A Polícia Civil, por meio da DEMA, está realizando diligências para esclarecer os fatos e responsabilizar os envolvidos.



