Dois turistas estrangeiros precisaram de resgate aéreo no Monte Rinjani, na Indonésia, nesta quarta (16) e quinta-feira (17). Os acidentes aconteceram menos de um mês após a brasileira Juliana Marins cair e morrer no mesmo local, reacendendo o debate sobre a segurança nas trilhas do vulcão ativo.
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Resgates feitos de helicóptero
O suíço Benedikt Emmenegger, de 46 anos, sofreu um ferimento grave na perna ao cair diante da própria filha durante uma descida íngreme. Ele precisou ser resgatado por helicóptero, já que não conseguia se mover e o acesso à área era extremamente limitado. Fotos do resgate mostram a vítima envolta em manta térmica, cercada por socorristas e pela filha.
Já na quinta-feira, a holandesa Sarah Tamar van Hulten também sofreu uma queda enquanto caminhava com amigos. Ela teve uma lesão no pescoço e acabou sendo transportada por helicóptero para um hospital local. Ambos os resgates exigiram mobilização de equipes especializadas e apoio aéreo.
Relembre o caso de Juliana Marins
Juliana Marins, de 26 anos, morreu em 21 de junho ao cair de um penhasco no Monte Rinjani. Ela despencou cerca de 150 metros, e equipes encontraram seu corpo 600 metros adiante, após quatro dias de buscas. A brasileira praticava pole dance e estava em viagem com amigos.
Autoridades anunciam novas regras para trilhas
Em resposta aos recentes acidentes, o governo indonésio anunciou novas medidas de segurança. Agora, escaladores devem obrigatoriamente contratar guias certificados e demonstrar preparo físico compatível com as trilhas. Além disso, trechos perigosos passarão a ter sinalização reforçada e áreas de risco ficarão mais restritas.
Perguntas frequentes:
Ambos sofreram lesões sérias e precisaram de resgate por helicóptero.
Ela despencou de um penhasco em uma trilha do Monte Rinjani, em 21 de junho.
As autoridades exigirão guias certificados, avaliação de preparo físico e sinalização de risco.



